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	<title>Arquivos Obesidade infantil - SPSP</title>
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	<description>Sociedade de Pediatria de São Paulo</description>
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	<title>Arquivos Obesidade infantil - SPSP</title>
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	<item>
		<title>Prevenção da obesidade infantil</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/prevencao-da-obesidade-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2024 12:17:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/Imagem-dia-mundial-obesidade-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/Imagem-dia-mundial-obesidade-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/Imagem-dia-mundial-obesidade-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu 4 de março como o Dia Mundial da Obesidade, com o objetivo de disseminar conhecimentos sobre a doença. Nas últimas décadas, a obesid</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/Imagem-dia-mundial-obesidade-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/Imagem-dia-mundial-obesidade-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/Imagem-dia-mundial-obesidade-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">A Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu 4 de março como o Dia Mundial da Obesidade, com o objetivo de disseminar conhecimentos sobre a doença. Nas últimas décadas, a obesidade tem sido motivo de grandes discussões em todas as áreas do conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Independentemente de se considerar o desenvolvimento de uma região ou país, a prevalência da obesidade vem aumentando de forma alarmante no mundo todo. Essa tendência reflete a maior disponibilidade de energia nos alimentos, ao lado da inatividade física crescente do homem moderno. Para mudar o rumo dessa epidemia é necessário que as estratégias de prevenção sejam aplicadas, reavaliadas e renovadas de forma constante. Projetos que incluam mudanças na qualidade do preparo e ingestão dos alimentos, estímulo à atividade física, e modificações comportamentais devem obrigatoriamente contar com a participação de toda a família, principalmente quando o indivíduo-alvo for uma criança ou um adolescente.</p>
<p style="text-align: justify;">A criança obesa tem grande probabilidade de se tornar um adolescente e, posteriormente, um adulto obeso. A atitude intempestiva de redução drástica da ingestão de energia pode comprometer o seu crescimento e desenvolvimento. Dessa forma, a atenção multidisciplinar faz-se necessária para que a intervenção possa ocorrer sem riscos desnecessários, principalmente nos indivíduos onde o fator genético está presente, favorecendo a maior suscetibilidade à obesidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A prevenção tem custo social imenso e implica o gasto progressivo com a saúde, à medida que a obesidade regrida com o progredir da idade, pois as comorbidades que acompanham sua evolução tornam-se irreversíveis e muitas vezes fatais.</p>
<p><strong>Prevenção</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O pediatra é&nbsp; profissional de saúde responsável pela orientação para se atingir o melhor crescimento e desenvolvimento, desde o nascimento até atingir a idade adulta. Deve vigiar o crescimento, fazer o diagnóstico nutricional e implementar medidas preventivas&nbsp; e terapêuticas quando necessárias. Ainda mais, o pediatra deve coordenar o atendimento efetuado pelos outros profissionais da equipe multidisciplinar envolvidos no tratamento. Junto à família, deve trabalhar na conscientização do diagnóstico e complicações da obesidade, orientando tanto na prevenção como na estratégia do tratamento.</p>
<p>Embora o fator genético, combinado com a programação intrauterina, possa influenciar, de maneira independente da atuação do médico na evolução do indivíduo para o excesso de peso, os aspectos ambientais, os hábitos alimentares, o estilo de vida e a prática de atividade física precisam ser considerados pela família e pela criança ou adolescente, como os grandes fatores a serem analisados em conjunto, para poder modificá-los. Esse envolvimento familiar, ao lado da escola e comunidade, deve fazer parte dos pilares de qualquer programa preventivo da obesidade infantil.</p>
<p>Sugestões práticas são inúmeras, e podem ser propostas conforme a idade da criança e características do meio em que vive, seja a casa, a escola ou a comunidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O pediatra pode ainda ter outro tipo de atuação, por exemplo, quando for chamado a participar de decisões relativas ao uso de recursos públicos destinados a programas de prevenção de doenças, educação da saúde e racionalização do uso de novas tecnologias. Nessas situações, o seu papel será o de assumir a orientação científica que possa contribuir para o sucesso das ações conjuntas propostas pela mídia, indústria e órgãos governamentais.</p>
<p style="text-align: justify;">No quadro abaixo estão sugestões que poderão ser avaliadas e discutidas nas diversas áreas envolvidas com a prevenção da obesidade infantil. Cada um dos módulos é acompanhado por muitas controvérsias, até aspectos que muitas vezes são aparentemente intocáveis, como é o caso do fator de proteção que o aleitamento materno representaria contra a obesidade infantil. Existem estudos que mostram que a amamentação indisciplinada do leite materno por mães extremamente ansiosas pode ser um fator de desequilíbrio entre oferta e necessidade nutricional, levando à obesidade da criança.</p>



<p class="has-white-color has-text-color">&#8211;</p>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table><tbody><tr><td>&#8211; GRAVIDEZ &#8211;</td></tr><tr><td>Iniciar a gravidez com IMC normal</td></tr><tr><td>Não fumar</td></tr><tr><td>Fazer atividade física moderada e tolerável</td></tr><tr><td>Ficar atenta ao diabetes gestacional</td></tr><tr><td>&#8211; PÓS-PARTO E INFÂNCIA</td></tr><tr><td>Aleitamento materno exclusivo no mínimo por 3 meses e idealmente por 6 meses</td></tr><tr><td>Retardar a introdução de alimentos sólidos e líquidos doces</td></tr><tr><td>FAMÍLIAS</td></tr><tr><td>Não insistir, não agradar e não forçar a comer. A consequência será sempre a substituição inadequada.</td></tr><tr><td>Dar sempre preferência às grandes refeições, e não aos lanches</td></tr><tr><td>Fazer refeições em horários e locais fixos</td></tr><tr><td>Não “pular refeições”, especialmente o café da manhã</td></tr><tr><td>Oferecer frutas, fibras e evitar sucos na mamadeira</td></tr><tr><td>Evitar a TV ou celular durante as refeições</td></tr><tr><td>Usar pratos pequenos e travessas pequenas</td></tr><tr><td>Evitar molhos, alimentos gordurosos e refrigerantes</td></tr><tr><td>Educar quanto ao uso de TV e celular</td></tr><tr><td>Vocês são os modelos para os seus filhos (pais e familiares)</td></tr><tr><td>ESCOLAS</td></tr><tr><td>Eliminar lanches com balas e salgadinhos</td></tr><tr><td>Evitar máquinas de alimentos</td></tr><tr><td>Ensinar a professores e responsáveis a relação entre nutrição e atividade física</td></tr><tr><td>Ter sempre água à disposição</td></tr><tr><td>Bons hábitos devem ser sempre ensinados em todas as idades</td></tr><tr><td>Aulas de Educação Física – 30 a 45 minutos de exercícios fortes 2 a 3 vezes por semana</td></tr><tr><td>Ir a pé para a escola</td></tr><tr><td>COMUNIDADES</td></tr><tr><td>Vizinhos e amigos devem andar juntos e patrocinar brincadeiras para as crianças</td></tr><tr><td>Evitar elevadores e vias fáceis para locomoção</td></tr><tr><td>Sempre estar informado sobre onde se compram alimentos saudáveis</td></tr><tr><td>BABÁS</td></tr><tr><td>Elas precisam saber o que é e o que acontece com a obesidade</td></tr><tr><td>Participar com ela do ganho de peso adequado da criança</td></tr><tr><td>Apresentar a obesidade, mostrando que é uma doença a ser tratada</td></tr><tr><td>INDÚSTRIA</td></tr><tr><td>Produtos dirigidos a crianças precisam ter rótulos com informações</td></tr><tr><td>Fabricantes de vídeos devem lançar frases que encorajem a atividade física</td></tr><tr><td>Consumir alimentos saudáveis e subsidiar programas que incentivem estilo de vida saudável</td></tr><tr><td>GOVERNO E ÓRGÃOS REGULADORES</td></tr><tr><td>Explicar que obesidade é doença</td></tr><tr><td>Taxar comidas e bebidas não saudáveis</td></tr><tr><td>Incentivar o desenvolvimento de produtos saudáveis, com informações a esse respeito para o consumidor</td></tr><tr><td>Deduzir impostos dos custos de programas saudáveis</td></tr><tr><td>Fornecer incentivos para escolas que promovam programas relacionados com atividade física e nutrição</td></tr><tr><td>Verbas para construção de ciclovias e pistas para corrida e caminhada</td></tr><tr><td>Anúncios de advertência quanto aos tipos de alimentos, tanto para a pré-escola quanto para os mais velhos</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="has-white-color has-text-color">&#8211;</p>



<p>Analisando cada um desses módulos, percebe-se que a prevenção da obesidade tem na disciplina e no estilo de vida saudável, quando exercida por uma família disposta a participar, as principais variáveis a serem consideradas.</p>
<p style="text-align: justify;">A escola, os professores e a comunidade, sempre que possível, devem participar dos processos que envolvem medidas positivas em relação ao enfrentamento da epidemia da obesidade infantil.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora a tecnologia tenha criado inúmeros entraves para os movimentos das crianças nos últimos anos, tornando as exigências para exercícios cada vez menores, novas brincadeiras e novos métodos precisam ser criados, com mais atividades físicas em escolas e comunidades. Isso implica decisões familiares que obrigatoriamente estarão dirigidas para o estabelecimento de regras mais bem definidas na educação, especialmente nos limites permitidos.</p>



<p><strong>Relator:</strong><br><strong>Ary Lopes Cardoso</strong><br><strong>Departamento Científico de Nutrição da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Setembro Laranja: combate à obesidade infantil</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/setembro-laranja-combate-a-obesidade-infantil-3/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Sep 2019 13:55:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade infantil]]></category>
		<category><![CDATA[Obesidade na adolescência]]></category>
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		<category><![CDATA[Pais]]></category>
		<category><![CDATA[Pediatra]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Setembro Laranja]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>É possível, para alguns de nós, lembrarmos de crianças e jovens dividindo espaço nas ruas, praticando esportes ou participando de brincadeiras como pega-pega, queimada, pique-esconde, batata quente, entre muitas outras. No entanto, o perfil das gerações mais jovens está bastante diferente. Com a difusão da tecnologia, cada vez mais cedo crianças têm acesso aos celulares, computadores e tablets com uma série de jogos, aplicativos, tutoriais, filmes e séries a apenas um clique. Aliado a isso, uma rotina estressante com vários compromissos e que acaba negligenciando a alimentação e a prática de atividades físicas. A Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP)&#160;promove este mês a campanha&#160;Setembro Laranja: combate à obesidade infantil. O coordenador das Campanhas da SPSP, Claudio Barsanti, a coordenadora do Setembro Laranja, Maria Arlete M. S. Escrivão, e especialistas do Departamento Científico de Nutrição da SPSP estão organizando um programa especial para que a comunidade médica e não médica esteja atenta ao tema. O intuito é conscientizar sobre a importância de hábitos alimentares saudáveis em casa e nas escolas, bem como estimular a prática de atividades físicas. A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que 41 milhões de crianças menores de cinco anos estejam acima do peso. É um dado alarmante e a SPSP está empenhada para que esse número seja drasticamente reduzido. A conscientização é imprescindível para prevenir a obesidade infantil e outros problemas decorrentes de uma alimentação inadequada. Orientação para a comunidade Está prevista a realização do evento Prevenção da Obesidade Infantil – Setembro Laranja, com transmissão ao vivo pela página da SPSP no Facebook. Segundo Maria Arlete, o objetivo é abrir um novo canal de diálogo com a comunidade, levando informações e respondendo as dúvidas sobre a prevenção da obesidade. A transmissão ao vivo acontece no dia 27 de setembro, das 14h às 15h30, e poderá ser acessada na página da SPSP no Facebook. “Queremos alertar sobre o aumento da prevalência de obesidade infantil, orientar como preveni-la e explicar suas consequências. Além disso, ressaltar a importância do acompanhamento do peso e da estatura de crianças e adolescentes pelo pediatra, com o objetivo de detectar precocemente o aumento excessivo de peso”, acrescenta a pediatra. Publicado em 2/09/2019</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<p>É possível, para alguns de nós, lembrarmos de crianças e jovens dividindo espaço nas ruas, praticando esportes ou participando de brincadeiras como pega-pega, queimada, pique-esconde, batata quente, entre muitas outras. No entanto, o perfil das gerações mais jovens está bastante diferente. Com a difusão da tecnologia, cada vez mais cedo crianças têm acesso aos celulares, computadores e <em>tablets </em>com  uma série de jogos, aplicativos, tutoriais, filmes e séries a apenas um clique. Aliado a isso, uma rotina estressante com vários compromissos e que acaba negligenciando a alimentação e a prática de atividades  físicas.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/09/LogoObesidadeInfantil-1024x393.jpg" alt="obesidade infantil" class="wp-image-2280"/></figure>



<p>A Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP)&nbsp;promove este mês a campanha<strong>&nbsp;Setembro Laranja: combate à obesidade infantil</strong>. O coordenador das Campanhas da SPSP, Claudio Barsanti, a coordenadora  do Setembro Laranja, Maria Arlete M. S. Escrivão, e especialistas do Departamento Científico de Nutrição da SPSP estão organizando um  programa especial para que a comunidade médica e não médica esteja atenta ao tema. O intuito é conscientizar sobre a importância de hábitos alimentares saudáveis em casa e nas escolas, bem como estimular a prática de atividades físicas.</p>



<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que 41 milhões de crianças menores de cinco anos estejam acima do peso. É um dado alarmante e a SPSP está empenhada para que esse número seja drasticamente reduzido. A conscientização é imprescindível para prevenir a obesidade infantil e outros problemas decorrentes de uma alimentação inadequada.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><strong>Orientação para a comunidade</strong></h4>



<p>Está prevista a realização do evento <strong>Prevenção da Obesidade Infantil – Setembro Laranja</strong>, com transmissão ao vivo pela página da SPSP no Facebook. Segundo Maria Arlete, o objetivo é abrir um novo canal de diálogo com a comunidade, levando informações e respondendo as dúvidas sobre a prevenção da obesidade.</p>



<p>A transmissão ao vivo acontece no dia 27 de setembro, das 14h às 15h30, e poderá ser acessada na página da SPSP no Facebook. “Queremos alertar sobre o aumento da prevalência de obesidade infantil, orientar como preveni-la e explicar suas consequências. Além  disso, ressaltar a importância do acompanhamento do peso e da estatura de crianças e adolescentes pelo pediatra, com o objetivo de detectar precocemente o aumento excessivo de peso”, acrescenta a pediatra.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Setembro Laranja: Combate à Obesidade Infantil" width="980" height="551" src="https://www.youtube.com/embed/6KtyIDuY7Qw?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Publicado em 2/09/2019</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/setembro-laranja-combate-a-obesidade-infantil-3/">Setembro Laranja: combate à obesidade infantil</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>A obesidade faz o diabetes tipo 2 também virar uma doença da adolescência</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/a-obesidade-faz-o-diabetes-tipo-2-tambem-virar-uma-doenca-da-adolescencia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Sep 2018 18:30:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>A incidência de crianças e adolescentes acima do peso ou obesos vem crescendo rapidamente. Na última década, um terço das crianças norte-americanas foram diagnosticadas com sobrepeso e 17%, como obesas. Na América Latina, uma em cada cinco está acima do peso ou é obesa. No Brasil, observa-se uma disseminação da obesidade em todas as faixas etárias – mas com um especial e nada positivo destaque para os menores de 18 anos. Diversas doenças crônicas são associadas à obesidade, como infarto agudo do miocárdio, hipertensão arterial, trombose, enfermidades autoimunes, alterações de crescimento e desenvolvimento e até mesmo o câncer. Aqui também se destaca o diabetes tipo 2. Ele é um dos problemas crônicos mais fortemente ligados à obesidade. Antigamente conhecido como “diabetes do adulto”, os casos na infância começaram a surgir com maior frequência graças à epidemia de obesidade. E pior: a incidência já no começo da vida têm aumentado em larga escala nos últimos anos. Por quê? O excesso de peso leva a um estado de resistência à ação da insulina – hormônio produzido pelo pâncreas e responsável pela entrada de glicose para dentro das células. Se a obesidade persiste, essa alteração metabólica provoca a falência das células do pâncreas e a consequente diminuição na produção de insulina. Resultado: um aumento duradouro da glicose no sangue – está aí o diabetes tipo 2. As principais causas relacionadas ao crescente número de crianças e adolescentes obesos e com diabetes envolvem mudanças típicas do mundo moderno, como falta de atividade física, aumento da disponibilidade de alimentos com altos índices calóricos e em porções maiores, redução das horas de sono e o estresse. A predisposição genética tem um papel no surgimento do diabetes nas primeiras décadas de vida, mas não é o único fator, como alguns acreditam. Para ajudar a combater a obesidade nessa faixa etária, a sociedade médica tem pressionado os governos para criar políticas de saúde. Em 2014, os países integrantes da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) assinaram um acordo para desestimular o consumo de produtos alimentícios industrializados com a adição de altas concentrações de açúcares. Entre outras ações, o plano previu a implementação de políticas fiscais, como impostos sobre as bebidas açucaradas e os produtos com alto valor energético, mas pobre em nutrientes. Observou-se que o aumento de 10% no preço resultou na queda de 11,6% na demanda por esses alimentos. Entretanto, ainda cabe aos educadores, profissionais de saúde e principalmente aos pais observar os hábitos alimentares das crianças e estimular não só a alimentação saudável como também a prática de atividades físicas. O acompanhamento do crescimento pelo médico pediatra deve envolver mensurações frequentes do peso e da altura da criança e qualquer desequilíbrio precisa ser investigado. Juntos, podemos começar a virar essa maré. ___ Texto produzido por Dra. Louise Cominato para o site SAÚDE. Link original: https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/a-obesidade-faz-o-diabetes-tipo-2-tambem-virar-uma-doenca-da-adolescencia/ A Dra. Louise Cominato é endocrinologista pediátrica, membro do departamento de endocrinologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo e coordenadora do Ambulatório de Obesidade do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo. ___ Publicado em 6/09/2018. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/a-obesidade-faz-o-diabetes-tipo-2-tambem-virar-uma-doenca-da-adolescencia/">A obesidade faz o diabetes tipo 2 também virar uma doença da adolescência</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p>A incidência de crianças e adolescentes acima do peso ou obesos vem crescendo rapidamente. Na última década, um terço das crianças norte-americanas foram diagnosticadas com sobrepeso e 17%, como obesas. Na América Latina, uma em cada cinco está acima do peso ou é obesa. No Brasil, observa-se uma disseminação da obesidade em todas as faixas etárias – mas com um especial e nada positivo destaque para os menores de 18 anos.</p>
<p><div id="attachment_2298" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2298" class="size-large wp-image-2298" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/09/child_eating_1536087830-1024x681.jpg" alt="" width="838" height="557" /><p id="caption-attachment-2298" class="wp-caption-text"><a href="https://pixabay.com/users/StockSnap/">StockSnap</a> | Pixabay</p></div></p>
<p>Diversas doenças crônicas são associadas à obesidade, como infarto agudo do miocárdio, hipertensão arterial, trombose, enfermidades autoimunes, alterações de crescimento e desenvolvimento e até mesmo o câncer.</p>
<p>Aqui também se destaca o diabetes tipo 2. Ele é um dos problemas crônicos mais fortemente ligados à obesidade. Antigamente conhecido como “diabetes do adulto”, os casos na infância começaram a surgir com maior frequência graças à epidemia de obesidade. E pior: a incidência já no começo da vida têm aumentado em larga escala nos últimos anos.</p>
<p>Por quê? O excesso de peso leva a um estado de resistência à ação da insulina – hormônio produzido pelo pâncreas e responsável pela entrada de glicose para dentro das células. Se a obesidade persiste, essa alteração metabólica provoca a falência das células do pâncreas e a consequente diminuição na produção de insulina. Resultado: um aumento duradouro da glicose no sangue – está aí o diabetes tipo 2.</p>
<p>As principais causas relacionadas ao crescente número de crianças e adolescentes obesos e com diabetes envolvem mudanças típicas do mundo moderno, como falta de atividade física, aumento da disponibilidade de alimentos com altos índices calóricos e em porções maiores, redução das horas de sono e o estresse. A predisposição genética tem um papel no surgimento do diabetes nas primeiras décadas de vida, mas não é o único fator, como alguns acreditam.</p>
<p>Para ajudar a combater a obesidade nessa faixa etária, a sociedade médica tem pressionado os governos para criar políticas de saúde. Em 2014, os países integrantes da <a href="https://www.paho.org/bra/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Organização Pan-Americana da Saúde</a> (Opas) assinaram um acordo para desestimular o consumo de produtos alimentícios industrializados com a adição de altas concentrações de açúcares. Entre outras ações, o plano previu a implementação de políticas fiscais, como impostos sobre as bebidas açucaradas e os produtos com alto valor energético, mas pobre em nutrientes. Observou-se que o aumento de 10% no preço resultou na queda de 11,6% na demanda por esses alimentos.</p>
<p>Entretanto, ainda cabe aos educadores, profissionais de saúde e principalmente aos pais observar os hábitos alimentares das crianças e estimular não só a alimentação saudável como também a prática de atividades físicas. O acompanhamento do crescimento pelo médico pediatra deve envolver mensurações frequentes do peso e da altura da criança e qualquer desequilíbrio precisa ser investigado. Juntos, podemos começar a virar essa maré.</p>
<p>___<br />
<strong>Texto produzido por Dra. Louise Cominato para o site SAÚDE.</strong><br />
Link original: <a href="https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/a-obesidade-faz-o-diabetes-tipo-2-tambem-virar-uma-doenca-da-adolescencia/">https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/a-obesidade-faz-o-diabetes-tipo-2-tambem-virar-uma-doenca-da-adolescencia/</a></p>
<p>A Dra. Louise Cominato é endocrinologista pediátrica, membro do departamento de endocrinologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo e coordenadora do Ambulatório de Obesidade do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo.</p>
<p>___<br />
Publicado em 6/09/2018.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/a-obesidade-faz-o-diabetes-tipo-2-tambem-virar-uma-doenca-da-adolescencia/">A obesidade faz o diabetes tipo 2 também virar uma doença da adolescência</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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			</item>
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		<title>SPSP lança campanha “Combate à Obesidade Infantil &#8211; Setembro Laranja”</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/spsp-lanca-campanha-combate-a-obesidade-infantil-setembro-laranja-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Sep 2018 18:00:11 +0000</pubDate>
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<p>A Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) lançou a campanha “Combate à Obesidade Infantil &#8211; Setembro Laranja”. Claudio Barsanti, presidente da SPSP, diz que a campanha tem por objetivo não apenas divulgar o problema, mas, sobretudo, desenvolver e implementar ações e promoções de hábitos e práticas alimentares saudáveis nas escolas e em casa, além de estimular a prática de atividades físicas, visando a melhoria da qualidade de vida das crianças, suas famílias e as comunidades nas quais estão inseridas. “A obesidade é, hoje, um dos problemas nutricionais cada vez mais prevalentes entre as crianças nos países desenvolvidos e em desenvolvimento. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 41 milhões de crianças com menos de cinco anos estejam acima do peso”, relata o médico, salientando que os pediatras e os profissionais de saúde que trabalham com crianças e adolescentes estão na linha de frente para detectar aqueles que estão acima do peso ou sob maior risco deste ganho. “Por isso, a SPSP pretende elaborar um documento que contemple a necessidade e as demandas por informação, conhecimento, orientação e condutas para o enfrentamento da obesidade infantil”, conclui Barsanti. Setembro Laranja A Sociedade de Pediatria de São Paulo acredita que os cuidados com a saúde não se iniciam com o diagnóstico e o tratamento de morbidades já estabelecidas. “A atenção à saúde deve sempre ter como ponto de partida a discussão dos riscos e, também, dos males que já estão presentes em uma população para que se estabeleçam programas de ação com medidas reais, visando não só a cura das doenças e diminuição de suas sequelas, mas, em especial, a prevenção, o que é a terapêutica mais efetiva”, afirma Barsanti. Nesse sentido, ações conjuntas entre o Estado, as sociedades civis, órgãos de classe e organizações não governamentais, dentre outros, são fundamentais para que se obtenha uma ideia real do que ocorre na questão da obesidade infantil para o desenvolvimento de uma atenção eficaz. A SPSP tem se envolvido em discussões sobre o assunto, por meio de seus Departamentos Científicos, e agora lança a campanha para aprofundar o assunto. &#160; ___ Texto produzido pela assessoria de imprensa da SPSP. Publicado em 04/09/2018. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/spsp-lanca-campanha-combate-a-obesidade-infantil-setembro-laranja-2/">SPSP lança campanha “Combate à Obesidade Infantil &#8211; Setembro Laranja”</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2008/09/31_132_grd-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2008/09/31_132_grd-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2008/09/31_132_grd-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div><p>A Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) lançou a campanha “Combate à Obesidade Infantil &#8211; Setembro Laranja”.</p>
<p>Claudio Barsanti, presidente da SPSP, diz que a campanha tem por objetivo não apenas divulgar o problema, mas, sobretudo, desenvolver e implementar ações e promoções de hábitos e práticas alimentares saudáveis nas escolas e em casa, além de estimular a prática de atividades físicas, visando a melhoria da qualidade de vida das crianças, suas famílias e as comunidades nas quais estão inseridas.</p>
<p>“A obesidade é, hoje, um dos problemas nutricionais cada vez mais prevalentes entre as crianças nos países desenvolvidos e em desenvolvimento. A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que 41 milhões de crianças com menos de cinco anos estejam acima do peso”, relata o médico, salientando que os pediatras e os profissionais de saúde que trabalham com crianças e adolescentes estão na linha de frente para detectar aqueles que estão acima do peso ou sob maior risco deste ganho. “Por isso, a SPSP pretende elaborar um documento que contemple a necessidade e as demandas por informação, conhecimento, orientação e condutas para o enfrentamento da obesidade infantil”, conclui Barsanti.</p>
<h2>Setembro Laranja</h2>
<p>A Sociedade de Pediatria de São Paulo acredita que os cuidados com a saúde não se iniciam com o diagnóstico e o tratamento de morbidades já estabelecidas. “A atenção à saúde deve sempre ter como ponto de partida a discussão dos riscos e, também, dos males que já estão presentes em uma população para que se estabeleçam programas de ação com medidas reais, visando não só a cura das doenças e diminuição de suas sequelas, mas, em especial, a prevenção, o que é a terapêutica mais efetiva”, afirma Barsanti.</p>
<p>Nesse sentido, ações conjuntas entre o Estado, as sociedades civis, órgãos de classe e organizações não governamentais, dentre outros, são fundamentais para que se obtenha uma ideia real do que ocorre na questão da obesidade infantil para o desenvolvimento de uma atenção eficaz. A SPSP tem se envolvido em discussões sobre o assunto, por meio de seus Departamentos Científicos, e agora lança a campanha para aprofundar o assunto.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-large wp-image-2280" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/09/LogoObesidadeInfantil-1024x393.jpg" alt="obesidade infantil" width="838" height="322" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>___<br />
Texto produzido pela assessoria de imprensa da SPSP.</p>
<p>Publicado em 04/09/2018.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/spsp-lanca-campanha-combate-a-obesidade-infantil-setembro-laranja-2/">SPSP lança campanha “Combate à Obesidade Infantil &#8211; Setembro Laranja”</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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		<title>Método BLW: prós, contras e cuidados na alimentação do bebê</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/metodo-blw-pros-contras-e-cuidados-na-alimentacao-do-bebe/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Apr 2018 18:05:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>Médica explica a receita ideal de introdução alimentar na dieta da criança. Por Dra. Fabíola Suano A alimentação complementar do bebê — ou seja, a fase em que ele receberá os primeiros alimentos além do leite materno — representa um momento especial e uma grande aventura para toda a família. O ideal é que essa etapa aconteça a partir dos 6 meses de vida, quando a criança já tem um desenvolvimento adequado para provar novos gostos, texturas, temperaturas… Em resumo, para desbravar os alimentos. E é claro que esse momento gera uma série de dúvidas: será que o bebê vai gostar de comer? O que posso e o que não posso dar? Quanto oferecer? Será que estou fazendo do jeito certo? Houve um tempo em que os profissionais de saúde e as famílias achavam que a melhor coisa nessa fase era a criança comer sopas, papinhas e outras preparações líquidas. E que os pais e cuidadores deveriam assumir o controle da situação: definir o melhor horário, escolher o local adequado, estipular a quantidade de comida de cada refeição. O fato de o pequeno não aceitar tudo significava “problema”. O certo, por esse ponto de vista, era a criança comer de tudo — sempre! Tal modelo fazia com que a alimentação infantil se tornasse monótona, a mastigação não fosse estimulada e, pior, que a criança se sentisse forçada a comer mesmo já estando satisfeita. Muita coisa mudou desde então e hoje existe uma modalidade de introdução da alimentação complementar que ganha bastante espaço entre as famílias. É o método BLW, do inglês “Baby Led Weaning”. Nessa “nova estratégia para alimentar o bebê”, ele recebe a comida da família, na consistência habitual, e deve ser encorajado — ele mesmo — a pegar os alimentos e levá-los à boca. É o bebê que decide o que quer e quanto quer comer em cada refeição. Os defensores do BLW dizem que ele traz diversos benefícios em relação ao modelo tradicional: maior autonomia, melhor aceitação, maior variedade de alimentos, formação de um hábito alimentar mais saudável, menor risco futuro de obesidade… Eis que ficamos nós no meio dessas duas propostas e realidades. O novo é sempre bom? Ou o velho é mais seguro? Que caminho escolher? Bem, o primeiro ponto a ser levado em consideração é que as tais vantagens do BLW ainda não foram comprovadas por estudos e só dá para confiar em argumentos do tipo quando eles possuem embasamento científico. Por outro lado, sabemos que não é nada recomendável deixar o bebê à base de sopa de legumes (e os mesmos alimentos de sempre). Como em tudo na vida, o importante é ter moderação e bom senso. Por isso trazemos aqui uma terceira via de escolha, mais apaziguadora e capaz de tornar a alimentação complementar uma aventura cheia de descobertas e ganhos para a criança. O nome dela é “Alimentação Responsiva“. Não se preocupe em decorar o nome. O que é importante aqui é lembrar que essa forma de alimentar o bebê envolve uma íntima interação entre quem come (a criança) e quem alimenta (mãe, pai, avós, tios…), respeitando o ritmo de cada um. Esse modelo está estruturado em quatro princípios consolidados pela própria Organização Mundial da Saúde (OMS): • O bebê deve ser alimentado de forma lenta e paciente por um adulto. A ele cabe encorajar a criança a comer, mas não forçá-la; • Se o pequeno recusar os alimentos, experimente diferentes combinações, texturas e formas de encorajamento; • É importante minimizar as distrações durante as refeições (TV, brincadeiras em excesso, barulhos…). Lembre-se de que o bebê se distrai facilmente; • A alimentação deve ser encarada como um momento de aprendizado e amor. Por isso, fale com a criança durante a refeição, mantenha contato visual com ela, procure estimulá-la a tocar nos alimentos e levá-los à boca. Como dá para perceber, com amor e paciência as coisas caminham mais tranquilamente. A sugestão é combinar os aprendizados da alimentação dita tradicional com um pouco do que propõe o BLW, isto é, ter como base a chamada “Alimentação Responsiva”. Não tem certo ou errado, melhor ou pior… Cada bebê e cada família tem seu ritmo. E o momento da refeição é uma oportunidade de ouro para conhecer o que a criança tem a lhe dizer. Divirtam-se! ___ Texto produzido pela Dra. Fabíola Suano para o site SAÚDE. Link original: https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/metodo-blw-pros-contras-e-cuidados-na-alimentacao-do-bebe/ A Dra. Fabíola Suano é pediatra, professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Faculdade de Medicina do ABC, membro do Departamento Científico de Nutrição da Sociedade de Pediatria de São Paulo e coautora do livro De 0 a 1000: Os Dias Decisivos do Bebê (Editora Abril). Publicado em 3/04/2018. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/metodo-blw-pros-contras-e-cuidados-na-alimentacao-do-bebe/">Método BLW: prós, contras e cuidados na alimentação do bebê</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p>Médica explica a receita ideal de introdução alimentar na dieta da criança.<br />
<em>Por Dra. Fabíola Suano</em></p>
<p>A alimentação complementar do bebê — ou seja, a fase em que ele receberá os primeiros alimentos além do leite materno — representa um momento especial e uma grande aventura para toda a família. O ideal é que essa etapa aconteça a partir dos 6 meses de vida, quando a criança já tem um desenvolvimento adequado para provar novos gostos, texturas, temperaturas… Em resumo, para desbravar os alimentos. E é claro que esse momento gera uma série de dúvidas: será que o bebê vai gostar de comer? O que posso e o que não posso dar? Quanto oferecer? Será que estou fazendo do jeito certo?</p>
<p>Houve um tempo em que os profissionais de saúde e as famílias achavam que a melhor coisa nessa fase era a criança comer sopas, papinhas e outras preparações líquidas. E que os pais e cuidadores deveriam assumir o controle da situação: definir o melhor horário, escolher o local adequado, estipular a quantidade de comida de cada refeição. O fato de o pequeno não aceitar tudo significava “problema”. O certo, por esse ponto de vista, era a criança comer de tudo — sempre!</p>
<p><div id="attachment_2015" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-2015" class="size-large wp-image-2015" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/04/child_eating_1522778273-1024x680.jpg" alt="" width="838" height="556" /><p id="caption-attachment-2015" class="wp-caption-text"><a href="https://pixabay.com/users/vikvarga/">vikvarga</a> | Pixabay</p></div></p>
<p>Tal modelo fazia com que a alimentação infantil se tornasse monótona, a mastigação não fosse estimulada e, pior, que a criança se sentisse forçada a comer mesmo já estando satisfeita.</p>
<p>Muita coisa mudou desde então e hoje existe uma modalidade de introdução da alimentação complementar que ganha bastante espaço entre as famílias. É o método BLW, do inglês “<em>Baby Led Weaning</em>”. Nessa “nova estratégia para alimentar o bebê”, ele recebe a comida da família, na consistência habitual, e deve ser encorajado — ele mesmo — a pegar os alimentos e levá-los à boca.</p>
<p>É o bebê que decide o que quer e quanto quer comer em cada refeição. Os defensores do BLW dizem que ele traz diversos benefícios em relação ao modelo tradicional: maior autonomia, melhor aceitação, maior variedade de alimentos, formação de um hábito alimentar mais saudável, menor risco futuro de obesidade…</p>
<p>Eis que ficamos nós no meio dessas duas propostas e realidades. O novo é sempre bom? Ou o velho é mais seguro? Que caminho escolher?</p>
<p>Bem, o primeiro ponto a ser levado em consideração é que as tais vantagens do BLW ainda não foram comprovadas por estudos e só dá para confiar em argumentos do tipo quando eles possuem embasamento científico. Por outro lado, sabemos que não é nada recomendável deixar o bebê à base de sopa de legumes (e os mesmos alimentos de sempre).</p>
<p>Como em tudo na vida, o importante é ter moderação e bom senso. Por isso trazemos aqui uma terceira via de escolha, mais apaziguadora e capaz de tornar a alimentação complementar uma aventura cheia de descobertas e ganhos para a criança. O nome dela é “<strong>Alimentação Responsiva</strong>“.</p>
<p>Não se preocupe em decorar o nome. O que é importante aqui é lembrar que essa forma de alimentar o bebê envolve uma íntima interação entre quem come (a criança) e quem alimenta (mãe, pai, avós, tios…), respeitando o ritmo de cada um. Esse modelo está estruturado em quatro princípios consolidados pela própria <a href="http://www.who.int/eportuguese/countries/bra/pt/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Organização Mundial da Saúde</a> (OMS):</p>
<p>• O bebê deve ser alimentado de forma lenta e paciente por um adulto. A ele cabe encorajar a criança a comer, mas não forçá-la;<br />
• Se o pequeno recusar os alimentos, experimente diferentes combinações, texturas e formas de encorajamento;<br />
• É importante minimizar as distrações durante as refeições (TV, brincadeiras em excesso, barulhos…). Lembre-se de que o bebê se distrai facilmente;<br />
• A alimentação deve ser encarada como um momento de aprendizado e amor. Por isso, fale com a criança durante a refeição, mantenha contato visual com ela, procure estimulá-la a tocar nos alimentos e levá-los à boca.</p>
<p>Como dá para perceber, com amor e paciência as coisas caminham mais tranquilamente. A sugestão é combinar os aprendizados da alimentação dita tradicional com um pouco do que propõe o BLW, isto é, ter como base a chamada “Alimentação Responsiva”.</p>
<p>Não tem certo ou errado, melhor ou pior… Cada bebê e cada família tem seu ritmo. E o momento da refeição é uma oportunidade de ouro para conhecer o que a criança tem a lhe dizer.</p>
<p>Divirtam-se!</p>
<p>___<br />
<strong>Texto produzido pela Dra. Fabíola Suano para o site SAÚDE.</strong><br />
Link original: <a href="https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/metodo-blw-pros-contras-e-cuidados-na-alimentacao-do-bebe/">https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/metodo-blw-pros-contras-e-cuidados-na-alimentacao-do-bebe/</a></p>
<p>A Dra. Fabíola Suano é pediatra, professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e da Faculdade de Medicina do ABC, membro do Departamento Científico de Nutrição da Sociedade de Pediatria de São Paulo e coautora do livro <a href="https://www.amazon.com.br/1000-Dias-Decisivos-Beb%C3%AA/dp/8569522398/ref=sr_1_1?s=books&amp;ie=UTF8&amp;qid=1521226756&amp;sr=1-1&amp;keywords=de+0+a+1000" target="_blank" rel="noopener noreferrer">De 0 a 1000: Os Dias Decisivos do Bebê</a> (Editora Abril).</p>
<p>Publicado em 3/04/2018.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/metodo-blw-pros-contras-e-cuidados-na-alimentacao-do-bebe/">Método BLW: prós, contras e cuidados na alimentação do bebê</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Síndrome de Down e a importância da boa nutrição</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/sindrome-de-down-e-a-importancia-da-boa-nutricao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Mar 2018 18:35:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
		<category><![CDATA[Alimentação]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>Em 1866, John Langdon Down descreveu, pela primeira vez, uma criança com Síndrome de Down (SD). Desde 2006, o dia 21 de março é o Dia Internacional da Síndrome de Down, com objetivo de conscientizar a população e aumentar a inclusão das pessoas com a síndrome. Atualmente, a comunidade médica utiliza a terminologia Trissomia 21, principalmente por ser mais descritiva. Desde a descoberta de John Langdon Down, a medicina evoluiu com novas técnicas diagnósticas, modernos procedimentos cirúrgicos, ampliação do conceito de transdisciplinaridade e a evolução e amadurecimento de terapias de estimulação, disponibilizando várias ferramentas que são amplamente aplicadas na melhoria da saúde dessa população. Hoje, após mais de 150 anos, estamos voltando o nosso olhar para o básico. Afinal, o que alicerça a saúde como um todo é a união de uma boa nutrição com a Puericultura. Muito se fala da importância dos primeiros 1000 dias de vida, ou melhor, os primeiros 1100 dias de vida (três meses antes de engravidar até os primeiros dois anos de vida da criança), com um foco especial na nutrição nesse período. Essa atenção é ainda mais fundamental nas pessoas com Síndrome de Down. Boa nutrição e bom desenvolvimento Devemos levar em consideração algumas particularidades da Trissomia 21 para otimizar a nutrição dessa população. A obesidade, um grande mal da humanidade, deve ser especialmente evitada, uma vez que as pessoas com SD apresentam baixa estatura e alterações metabólicas que geram uma tendência à obesidade. Assim, suas refeições devem ser em média 20 a 25% menos calóricas. Algumas recomendações • Evitar tubérculos (batata, mandioca etc.) ricos em carboidratos e pobres em fibras, que atrapalham o trânsito intestinal habitualmente mais “lento” nesses indivíduos. Já os neuronutrientes &#8211; como DHA e ARA (encontrados em peixes, gema de ovo, entre outros) &#8211; são importantes para o pleno desenvolvimento neurocognitivo. • A leguminosa mais indicada para Trissomia 21 é o grão de bico (melhor que o tradicional feijão), por ser rico em triptofano, zinco, folato. A luteína (presente no espinafre, abobrinha, couve-flor, ervilha, brócolis e em alguns frutos, como laranja, mamão, pêssego e kiwi) pode ser oferecida para favorecer desenvolvimento do sistema oftalmológico. • A Síndrome de Down gera níveis mais baixos de zinco, folato, vitamina A e algumas vitaminas do complexo B, secundárias a alterações metabólicas características dessa população. • A alteração da função colinérgica (vinculada ao bom funcionamento do sistema nervoso) está presente em 100% das pessoas com SD, por isso devemos oferecer em média quatro ovos por semana a essa população. • Evitar mandioca e derivados, como nabo e folha de mostarda, pois são alimentos ditos bociogênicos, ou seja, atrapalham o funcionamento da tireoide. Onde encontrar os nutrientes DHA – atum, sardinha, cavalinha, salmão Luteína – abacate Zinco – ostras, carnes e grão de bico Folato – leguminosas e folhas verdes escuras Vitamina A – frutas amarelas e alaranjadas (ex. mamão); além de gema de ovo, óleo de peixe Colina – ovo Fonte: elaborado pela autora Dicas simples, mas sábias, e que nos levam de volta ao básico sobre o melhor alicerce para alcançarmos o máximo potencial de desenvolvimento de todos os sistemas do corpo humano nas pessoas com Síndrome de Down. Assim trabalhamos preventivamente propiciando uma nutrição plena! &#160; ___ Relatora: Dra. Patrícia Salmona Presidente do Departamento Científico de Genética da SPSP. Publicado em 19/03/2018. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/sindrome-de-down-e-a-importancia-da-boa-nutricao/">Síndrome de Down e a importância da boa nutrição</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p>Em 1866, John Langdon Down descreveu, pela primeira vez, uma criança com Síndrome de Down (SD). Desde 2006, o dia 21 de março é o Dia Internacional da Síndrome de Down, com objetivo de conscientizar a população e aumentar a inclusão das pessoas com a síndrome.</p>
<p>Atualmente, a comunidade médica utiliza a terminologia Trissomia 21, principalmente por ser mais descritiva. Desde a descoberta de John Langdon Down, a medicina evoluiu com novas técnicas diagnósticas, modernos procedimentos cirúrgicos, ampliação do conceito de transdisciplinaridade e a evolução e amadurecimento de terapias de estimulação, disponibilizando várias ferramentas que são amplamente aplicadas na melhoria da saúde dessa população.</p>
<p>Hoje, após mais de 150 anos, estamos voltando o nosso olhar para o básico. Afinal, o que alicerça a saúde como um todo é a união de uma boa nutrição com a Puericultura. Muito se fala da importância dos primeiros 1000 dias de vida, ou melhor, os primeiros 1100 dias de vida (três meses antes de engravidar até os primeiros dois anos de vida da criança), com um foco especial na nutrição nesse período. Essa atenção é ainda mais fundamental nas pessoas com Síndrome de Down.</p>
<p><div id="attachment_1989" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1989" class="size-large wp-image-1989" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2018/03/Depositphotos_16896133_DenysKuvaiev-1024x683.jpg" alt="síndrome de down" width="838" height="559" /><p id="caption-attachment-1989" class="wp-caption-text">denys kuvaiev | depositphotos.com</p></div></p>
<h2>Boa nutrição e bom desenvolvimento</h2>
<p>Devemos levar em consideração algumas particularidades da Trissomia 21 para otimizar a nutrição dessa população. A obesidade, um grande mal da humanidade, deve ser especialmente evitada, uma vez que as pessoas com SD apresentam baixa estatura e alterações metabólicas que geram uma tendência à obesidade. Assim, suas refeições devem ser em média 20 a 25% menos calóricas.</p>
<h2>Algumas recomendações</h2>
<p>• Evitar tubérculos (batata, mandioca etc.) ricos em carboidratos e pobres em fibras, que atrapalham o trânsito intestinal habitualmente mais “lento” nesses indivíduos. Já os neuronutrientes &#8211; como DHA e ARA (encontrados em peixes, gema de ovo, entre outros) &#8211; são importantes para o pleno desenvolvimento neurocognitivo.<br />
• A leguminosa mais indicada para Trissomia 21 é o grão de bico (melhor que o tradicional feijão), por ser rico em triptofano, zinco, folato. A luteína (presente no espinafre, abobrinha, couve-flor, ervilha, brócolis e em alguns frutos, como laranja, mamão, pêssego e kiwi) pode ser oferecida para favorecer desenvolvimento do sistema oftalmológico.<br />
• A Síndrome de Down gera níveis mais baixos de zinco, folato, vitamina A e algumas vitaminas do complexo B, secundárias a alterações metabólicas características dessa população.<br />
• A alteração da função colinérgica (vinculada ao bom funcionamento do sistema nervoso) está presente em 100% das pessoas com SD, por isso devemos oferecer em média quatro ovos por semana a essa população.<br />
• Evitar mandioca e derivados, como nabo e folha de mostarda, pois são alimentos ditos bociogênicos, ou seja, atrapalham o funcionamento da tireoide.</p>
<h2>Onde encontrar os nutrientes</h2>
<table style="height: 309px;" width="690">
<tbody>
<tr>
<td width="708">DHA – atum, sardinha, cavalinha, salmão</td>
</tr>
<tr>
<td width="708">Luteína – abacate</td>
</tr>
<tr>
<td width="708">Zinco – ostras, carnes e grão de bico</td>
</tr>
<tr>
<td width="708">Folato – leguminosas e folhas verdes escuras</td>
</tr>
<tr>
<td width="708">Vitamina A – frutas amarelas e alaranjadas (ex. mamão); além de gema de ovo, óleo de peixe</td>
</tr>
<tr>
<td width="708">Colina – ovo</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><em>Fonte: elaborado pela autora</em></p>
<p>Dicas simples, mas sábias, e que nos levam de volta ao básico sobre o melhor alicerce para alcançarmos o máximo potencial de desenvolvimento de todos os sistemas do corpo humano nas pessoas com Síndrome de Down.<br />
Assim trabalhamos preventivamente propiciando uma nutrição plena!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>___<br />
<strong>Relatora:<br />
Dra. Patrícia Salmona</strong><br />
Presidente do Departamento Científico de Genética da SPSP.</p>
<p>Publicado em 19/03/2018.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/sindrome-de-down-e-a-importancia-da-boa-nutricao/">Síndrome de Down e a importância da boa nutrição</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Colesterol alto também pode ser problema de criança</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/colesterol-alto-tambem-pode-ser-problema-de-crianca-2/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Dec 2017 17:10:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>Médica alerta para a condição que aumenta o risco cardiovascular mesmo na infância e explica como é possível contê-la do princípio. Por Dra. Louise Cominato Embora seja mais comum na idade adulta, o aumento dos níveis de colesterol ou triglicérides no sangue não raro já tem início na infância. E representa uma ameaça à saúde, uma vez que está diretamente associado ao maior risco de infarto e acidente vascular cerebral. Inclusive porque, ainda nessa fase da vida, já pode começar a formação de placas de gordura nas artérias, fenômeno que levará às doenças cardiovasculares no futuro. Um quadro em particular chama atenção nesse contexto: a hipercolesterolemia familiar (HF), doença caracterizada por altos níveis de colesterol logo na infância. Existem duas formas do problema. Estima-se que a versão heterozigótica, mais leve, afeta uma em cada 200 a 500 crianças. Em geral, os níveis de colesterol no sangue ficam em torno de 350 e 550 mg/dl. Falamos de indivíduos que provavelmente terão doença cardiovascular antes dos 50 anos se não tratados adequadamente. Já a segunda a versão, a forma homozigótica, é uma doença mais rara e grave. Ocorre um caso a cada 1 milhão de indivíduos, podendo acontecer na proporção de um para 30 mil em determinadas populações. Os valores de colesterol total, nesse caso, podem ultrapassar 1 000 mg/dl – só o LDL (o colesterol “ruim”) chega a superar 500 mg/dl. Esses indivíduos, se não controlados precocemente, apresentarão doença cardiovascular antes até dos 20 anos de idade. Além do risco às artérias, esse grupo pode sofrer com xantomas, lesões de pele originárias do excesso de gordura circulante. Atualmente, os consensos nacionais e internacionais sugerem que a primeira dosagem de colesterol na infância seja feita em toda a criança entre 9 e 11 anos. Elas deveriam passar por uma triagem para a HF. Em crianças com obesidade, diabetes, problemas renais ou autoimunes, assim como naquelas com histórico familiar de doença cardiovascular precoce (antes dos 50 anos), se recomenda que os exames de colesterol sejam feitos a partir dos 2 anos de idade. A suspeita de maior risco pode surgir no consultório do pediatra, que, principalmente nos episódios de HF, deve remanejar o pequeno paciente a um especialista. O tratamento inicial se baseia em mudanças de estilo de vida, como aumento da prática de atividade física, adequação da dieta (pobre em gorduras e rica em fibras) e controle do peso. Se essas medidas não surtirem efeito, deve ser iniciado o tratamento com remédios. O objetivo é manter o LDL-colesterol, mais perigoso aos vasos, abaixo de 130 mg/dl. O diagnóstico e o tratamento precoce compõem um requisito fundamental para que essas crianças não tenham a qualidade e a expectativa de vida prejudicadas pela doença cardiovascular. ___ Texto produzido pela Dra. Louise Cominato para o site SAÚDE. Link original: https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/colesterol-alto-tambem-pode-ser-problema-de-crianca/ A Dra. Louise Cominato é endocrinologista pediátrica e secretária do Departamento de Endocrinologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo. Publicado em 12/12/2017. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/colesterol-alto-tambem-pode-ser-problema-de-crianca-2/">Colesterol alto também pode ser problema de criança</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p>Médica alerta para a condição que aumenta o risco cardiovascular mesmo na infância e explica como é possível contê-la do princípio.<br />
<em>Por Dra. Louise Cominato</em></p>
<p>Embora seja mais comum na idade adulta, o aumento dos níveis de colesterol ou triglicérides no sangue não raro já tem início na infância. E representa uma ameaça à saúde, uma vez que está diretamente associado ao maior risco de infarto e acidente vascular cerebral. Inclusive porque, ainda nessa fase da vida, já pode começar a formação de placas de gordura nas artérias, fenômeno que levará às doenças cardiovasculares no futuro.</p>
<p><div id="attachment_1897" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1897" class="size-large wp-image-1897" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2017/12/child_food_1513084094-1024x680.jpg" alt="" width="838" height="556" /><p id="caption-attachment-1897" class="wp-caption-text"><a href="https://pixabay.com/users/digihanger/">digihanger</a> | Pixabay</p></div></p>
<p>Um quadro em particular chama atenção nesse contexto: a hipercolesterolemia familiar (HF), doença caracterizada por altos níveis de colesterol logo na infância. Existem duas formas do problema. Estima-se que a versão heterozigótica, mais leve, afeta uma em cada 200 a 500 crianças. Em geral, os níveis de colesterol no sangue ficam em torno de 350 e 550 mg/dl. Falamos de indivíduos que provavelmente terão doença cardiovascular antes dos 50 anos se não tratados adequadamente.</p>
<p>Já a segunda a versão, a forma homozigótica, é uma doença mais rara e grave. Ocorre um caso a cada 1 milhão de indivíduos, podendo acontecer na proporção de um para 30 mil em determinadas populações.</p>
<p>Os valores de colesterol total, nesse caso, podem ultrapassar 1 000 mg/dl – só o LDL (o colesterol “ruim”) chega a superar 500 mg/dl. Esses indivíduos, se não controlados precocemente, apresentarão doença cardiovascular antes até dos 20 anos de idade. Além do risco às artérias, esse grupo pode sofrer com xantomas, lesões de pele originárias do excesso de gordura circulante.</p>
<p>Atualmente, os consensos nacionais e internacionais sugerem que a primeira dosagem de colesterol na infância seja feita em toda a criança entre 9 e 11 anos. Elas deveriam passar por uma triagem para a HF. Em crianças com obesidade, diabetes, problemas renais ou autoimunes, assim como naquelas com histórico familiar de doença cardiovascular precoce (antes dos 50 anos), se recomenda que os exames de colesterol sejam feitos a partir dos 2 anos de idade.</p>
<p>A suspeita de maior risco pode surgir no consultório do pediatra, que, principalmente nos episódios de HF, deve remanejar o pequeno paciente a um especialista. O tratamento inicial se baseia em mudanças de estilo de vida, como aumento da prática de atividade física, adequação da dieta (pobre em gorduras e rica em fibras) e controle do peso.</p>
<p>Se essas medidas não surtirem efeito, deve ser iniciado o tratamento com remédios. O objetivo é manter o LDL-colesterol, mais perigoso aos vasos, abaixo de 130 mg/dl.</p>
<p>O diagnóstico e o tratamento precoce compõem um requisito fundamental para que essas crianças não tenham a qualidade e a expectativa de vida prejudicadas pela doença cardiovascular.</p>
<p>___<br />
<strong>Texto produzido pela Dra. Louise Cominato para o site SAÚDE.</strong><br />
Link original: <a href="https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/colesterol-alto-tambem-pode-ser-problema-de-crianca/">https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/colesterol-alto-tambem-pode-ser-problema-de-crianca/</a></p>
<p>A Dra. Louise Cominato é endocrinologista pediátrica e secretária do Departamento de Endocrinologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo.</p>
<p>Publicado em 12/12/2017.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/colesterol-alto-tambem-pode-ser-problema-de-crianca-2/">Colesterol alto também pode ser problema de criança</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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		<title>Há idade certa para matricular a criança na academia?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/ha-idade-certa-para-matricular-a-crianca-na-academia/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Oct 2017 21:15:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>Especialista explica a importância dos exercícios que trabalham a musculatura, desde que sejam feitos com cuidados e supervisão profissional. Por Dra. Cristina Delambert Bizzotto Crianças de todas as idades precisam ser incentivadas a praticar atividades físicas. E elas devem ser agradáveis e apropriadas ao seu crescimento e desenvolvimento, além de respeitar suas limitações. Podemos incluir aqui caminhadas, jogos, brincadeiras, danças, esportes e outros exercícios que fortalecem os músculos e os ossos. A aptidão física da criança ou do adolescente tem de ser estimulada com o objetivo de encorajar a adoção de um estilo de vida saudável, que contemple a prática de exercícios ao longo da fase adulta e na maturidade. Trata-se de um fator importante inclusive para a prevenção ou controle da obesidade infantil, tão frequente atualmente. Há consenso nos estudos de que atividades que visam o ganho de força e a resistência muscular (caso da própria musculação) são benéficas para crianças e adolescentes por auxiliar em uma série de questões ligadas à saúde: Desenvolvimento corporal Equilíbrio Concentração Ganho de massa óssea Controle do peso Flexibilidade Redução do risco de lesões Aumento da força muscular Controle do colesterol A recomendação para a população infantil é praticar ao menos 60 minutos de atividades físicas (moderadas a vigorosas) ao dia. Vale pedalar, nadar, correr, saltar… A partir dos 6 anos de idade, a musculação pode ser considerada. O ponto é que a musculação se mostra segura e eficiente para crianças e adolescentes, desde que sistematizada e orientada de perto por um profissional especializado. De acordo com o Colégio Americano de Medicina Esportiva e outros guias, crianças e adolescentes devem fazer atividades de força e resistência para os principais grupos musculares de duas a três vezes por semana, respeitando um dia de intervalo entre os treinamentos para o descanso da musculatura. As sessões devem durar até 50 minutos e contar com duas a quatro séries de exercícios. A orientação é realizar de oito a 15 repetições por série, com carga moderada e foco no aperfeiçoamento do movimento. Nos outros períodos deve-se incentivar a prática das modalidades que estimulam o convívio social (como os jogos coletivos) e a coordenação motora. Agora, a Sociedade Brasileira de Pediatria orienta que meninos antes do estirão do crescimento (normalmente, entre 14 e 15 anos) e meninas antes da primeira menstruação não pratiquem musculação sem a devida supervisão e orientação. Isso porque atividades de intensidade moderada e vigorosa podem interferir na liberação e circulação do hormônio do crescimento. Se forem realizados de forma extenuante, exercícios podem, portanto, levar a um comprometimento do ganho de altura, sem contar as lesões osteomusculares. Assim, consultar sempre o pediatra antes de dar início à atividade física regular e contar com supervisão adequada durante os exercícios de força ou musculação são medidas importantes para que crianças e adolescentes se desenvolvam sem riscos. ___ Texto produzido pela Dra. Cristina Delambert Bizzotto para o site SAÚDE. Link original: https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/ha-idade-certa-para-matricular-a-crianca-na-academia/ A Dra. Cristina Delambert Bizzotto é pediatra da Faculdade de Medicina de Botucatu da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e membro do Departamento de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da Sociedade de Pediatria de São Paulo. Publicado em 10/10/2017. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/ha-idade-certa-para-matricular-a-crianca-na-academia/">Há idade certa para matricular a criança na academia?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p>Especialista explica a importância dos exercícios que trabalham a musculatura, desde que sejam feitos com cuidados e supervisão profissional.<br />
<em>Por Dra. Cristina Delambert Bizzotto</em></p>
<p><div id="attachment_1819" style="width: 848px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1819" class="size-large wp-image-1819" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2017/10/child_gym_1507668808-1024x682.jpg" alt="" width="838" height="558" /><p id="caption-attachment-1819" class="wp-caption-text"><a href="https://pixabay.com/users/ZOE-Animation-Studio/">ZOE-Animation-Studio</a> / Pixabay</p></div></p>
<p>Crianças de todas as idades precisam ser incentivadas a praticar atividades físicas. E elas devem ser agradáveis e apropriadas ao seu crescimento e desenvolvimento, além de respeitar suas limitações. Podemos incluir aqui caminhadas, jogos, brincadeiras, danças, esportes e outros exercícios que fortalecem os músculos e os ossos.</p>
<p>A aptidão física da criança ou do adolescente tem de ser estimulada com o objetivo de encorajar a adoção de um estilo de vida saudável, que contemple a prática de exercícios ao longo da fase adulta e na maturidade. Trata-se de um fator importante inclusive para a prevenção ou controle da obesidade infantil, tão frequente atualmente.</p>
<p>Há consenso nos estudos de que atividades que visam o ganho de força e a resistência muscular (caso da própria musculação) são benéficas para crianças e adolescentes por auxiliar em uma série de questões ligadas à saúde:</p>
<p>Desenvolvimento corporal<br />
Equilíbrio<br />
Concentração<br />
Ganho de massa óssea<br />
Controle do peso<br />
Flexibilidade<br />
Redução do risco de lesões<br />
Aumento da força muscular<br />
Controle do colesterol</p>
<p>A recomendação para a população infantil é praticar ao menos 60 minutos de atividades físicas (moderadas a vigorosas) ao dia. Vale pedalar, nadar, correr, saltar… A partir dos 6 anos de idade, a musculação pode ser considerada. O ponto é que a musculação se mostra segura e eficiente para crianças e adolescentes, desde que sistematizada e orientada de perto por um profissional especializado.</p>
<p>De acordo com o Colégio Americano de Medicina Esportiva e outros guias, crianças e adolescentes devem fazer atividades de força e resistência para os principais grupos musculares de duas a três vezes por semana, respeitando um dia de intervalo entre os treinamentos para o descanso da musculatura.</p>
<p>As sessões devem durar até 50 minutos e contar com duas a quatro séries de exercícios. A orientação é realizar de oito a 15 repetições por série, com carga moderada e foco no aperfeiçoamento do movimento. Nos outros períodos deve-se incentivar a prática das modalidades que estimulam o convívio social (como os jogos coletivos) e a coordenação motora.</p>
<p>Agora, a Sociedade Brasileira de Pediatria orienta que meninos antes do estirão do crescimento (normalmente, entre 14 e 15 anos) e meninas antes da primeira menstruação não pratiquem musculação sem a devida supervisão e orientação. Isso porque atividades de intensidade moderada e vigorosa podem interferir na liberação e circulação do hormônio do crescimento. Se forem realizados de forma extenuante, exercícios podem, portanto, levar a um comprometimento do ganho de altura, sem contar as lesões osteomusculares.</p>
<p>Assim, consultar sempre o pediatra antes de dar início à atividade física regular e contar com supervisão adequada durante os exercícios de força ou musculação são medidas importantes para que crianças e adolescentes se desenvolvam sem riscos.</p>
<p>___<br />
<strong>Texto produzido pela Dra. Cristina Delambert Bizzotto para o site SAÚDE.</strong><br />
Link original: <a href="https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/ha-idade-certa-para-matricular-a-crianca-na-academia/">https://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/ha-idade-certa-para-matricular-a-crianca-na-academia/</a></p>
<p>A Dra. Cristina Delambert Bizzotto é pediatra da Faculdade de Medicina de Botucatu da Universidade Estadual Paulista (Unesp) e membro do Departamento de Pediatria Ambulatorial e Cuidados Primários da Sociedade de Pediatria de São Paulo.</p>
<p>Publicado em 10/10/2017.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/ha-idade-certa-para-matricular-a-crianca-na-academia/">Há idade certa para matricular a criança na academia?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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		<item>
		<title>“Mil dias”: a janela de oportunidades da saúde da criança e suas repercussões na vida adulta</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/mil-dias-a-janela-de-oportunidades-da-saude-da-crianca-e-suas-repercussoes-na-vida-adulta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Sep 2017 18:12:14 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O período dos “mil dias” corresponde às 40 semanas de gestação (270 dias) somados aos dois primeiros anos de vida (730 dias), fundamentais para que a criança possa atingir o seu potencial máximo de crescimento e desenvolvimento na vida adulta. Os “mil dias” constituem verdadeira &#8220;janela de oportunidades&#8221; que apresentam alto impacto na redução da mortalidade e danos ao crescimento e neuro-desenvolvimento futuro da criança. A boa alimentação da gestante é determinante para evitar as restrições ou excessos do crescimento intrauterino. Estudos recentes sugerem que o crescimento da criança durante os primeiros anos de vida seja fortemente influenciado pelo padrão de crescimento fetal, o que pode determinar uma elevação na probabilidade de ocorrência de desfechos, não só metabólicos, mas também cognitivos desfavoráveis. Os “mil dias” também são um período em que se pode evitar as denominadas doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) durante a fase de vida adulta, como a síndrome metabólica, caracterizada por diabetes, dislipidemia e hipertensão arterial e ainda, alguns tipos de cânceres. Nessa fase, mecanismos epigenéticos, que podem alterar a estrutura do DNA, determinam o aparecimento dessas doenças. Assim, evitar a subnutrição e a obesidade nessa fase da vida é de crucial importância na prevenção das DCNT. As intervenções propostas no período dos mil dias consistem em assegurar à mulher controle de saúde no pré-natal e nutrição adequada durante a gestação e lactação. Além disso, o leite materno é de fundamental importância para assegurar a boa nutrição da criança. A importância do aleitamento materno O leite materno é o alimento que melhor atende às necessidades nutricionais dos lactentes. Está indicado como alimentação exclusiva até seis meses de vida, associado à alimentação complementar a partir de então, e mantido até os dois anos de idade ou mais, como preconizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Estudos científicos demonstram que os lactentes em uso do leite materno recebem quantidade de calorias suficiente para crescer, mas não superior à necessária, ganhando peso de forma mais lenta que lactentes alimentados com fórmula infantil. Estudos experimentais demonstram que o excesso de consumo alimentar em lactentes está associado ao maior risco para obesidade e síndrome metabólica na vida adulta. Para as crianças subnutridas deve-se &#8212; possibilitar a ingestão adequada de vitaminas e minerais através da dieta e, para os mais necessitados, alimentos enriquecidos e suplementos; &#8212; naqueles em risco de subnutrição, assegurar o acesso a alimentos e nutrientes necessários para o crescimento e manutenção da saúde, promover a gestão nutricional das doenças infecciosas e propiciar alimentação terapêutica às crianças severamente subnutridas por déficit de alimentos e/ou doenças associadas. O acompanhamento pelo pediatra durante a primeira infância e a consulta pediátrica durante o pós-natal são da maior importância para assegurar a correta orientação que permita à criança atingir seu melhor crescimento e desenvolvimento e construir uma vida saudável. ___ Relator: Rubens Feferbaum Departamento Científico de Nutrição da SPSP. Publicado em 18/09/2017. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/mil-dias-a-janela-de-oportunidades-da-saude-da-crianca-e-suas-repercussoes-na-vida-adulta/">“Mil dias”: a janela de oportunidades da saúde da criança e suas repercussões na vida adulta</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O período dos “mil dias” corresponde às 40 semanas de gestação (270 dias) somados aos dois primeiros anos de vida (730 dias), fundamentais para que a criança possa atingir o seu potencial máximo de crescimento e desenvolvimento na vida adulta.</p>
<p>Os “mil dias” constituem verdadeira &#8220;janela de oportunidades&#8221; que apresentam alto impacto na redução da mortalidade e danos ao crescimento e neuro-desenvolvimento futuro da criança. A boa alimentação da gestante é determinante para evitar as restrições ou excessos do crescimento intrauterino. Estudos recentes sugerem que o crescimento da criança durante os primeiros anos de vida seja fortemente influenciado pelo padrão de crescimento fetal, o que pode determinar uma elevação na probabilidade de ocorrência de desfechos, não só metabólicos, mas também cognitivos desfavoráveis.</p>
<p>Os “mil dias” também são um período em que se pode evitar as denominadas doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) durante a fase de vida adulta, como a síndrome metabólica, caracterizada por diabetes, dislipidemia e hipertensão arterial e ainda, alguns tipos de cânceres. Nessa fase, mecanismos epigenéticos, que podem alterar a estrutura do DNA, determinam o aparecimento dessas doenças. Assim, evitar a subnutrição e a obesidade nessa fase da vida é de crucial importância na prevenção das DCNT.</p>
<p>As intervenções propostas no período dos mil dias consistem em assegurar à mulher controle de saúde no pré-natal e nutrição adequada durante a gestação e lactação. Além disso, o leite materno é de fundamental importância para assegurar a boa nutrição da criança.</p>
<p><div id="attachment_1792" style="width: 710px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1792" class="wp-image-1792" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2017/09/newborn_1505758027-1024x688.jpg" alt="" width="700" height="470" /><p id="caption-attachment-1792" class="wp-caption-text">DanielReche | Pixabay</p></div></p>
<h2>A importância do aleitamento materno</h2>
<p>O leite materno é o alimento que melhor atende às necessidades nutricionais dos lactentes. Está indicado como alimentação exclusiva até seis meses de vida, associado à alimentação complementar a partir de então, e mantido até os dois anos de idade ou mais, como preconizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>Estudos científicos demonstram que os lactentes em uso do leite materno recebem quantidade de calorias suficiente para crescer, mas não superior à necessária, ganhando peso de forma mais lenta que lactentes alimentados com fórmula infantil. Estudos experimentais demonstram que o excesso de consumo alimentar em lactentes está associado ao maior risco para obesidade e síndrome metabólica na vida adulta.</p>
<p>Para as crianças subnutridas deve-se<br />
&#8212; possibilitar a ingestão adequada de vitaminas e minerais através da dieta e, para os mais necessitados, alimentos enriquecidos e suplementos;<br />
&#8212; naqueles em risco de subnutrição, assegurar o acesso a alimentos e nutrientes necessários para o crescimento e manutenção da saúde, promover a gestão nutricional das doenças infecciosas e propiciar alimentação terapêutica às crianças severamente subnutridas por déficit de alimentos e/ou doenças associadas.</p>
<p>O acompanhamento pelo pediatra durante a primeira infância e a consulta pediátrica durante o pós-natal são da maior importância para assegurar a correta orientação que permita à criança atingir seu melhor crescimento e desenvolvimento e construir uma vida saudável.</p>
<p>___<br />
<strong>Relator:</strong><br />
<strong> Rubens Feferbaum</strong><br />
Departamento Científico de Nutrição da SPSP.</p>
<p>Publicado em 18/09/2017.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
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		<title>Por que a obesidade infantil é uma doença</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/por-que-a-obesidade-infantil-e-uma-doenca/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Jun 2017 18:05:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescencia]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>A pediatra Louise Cominato discute as terríveis consequências do excesso de peso na saúde e no futuro da criança. Por Dra. Louise Cominato A obesidade é uma doença. Isso mesmo, uma doença. Não se trata de uma questão estética ou mera consequência dos maus hábitos. Falamos de um problema multifatorial que deve ser prevenido desde os primeiros meses de gestação. O preocupante é que a obesidade vem crescendo entre as crianças no mundo inteiro e se expandindo de forma alarmante em todo o Brasil. Estudos recentes mostram que metade das nossas crianças está acima do peso considerado adequado para a idade. As consequências do excesso de peso na infância vão desde o maior risco de se tornar um adulto obeso, bem como uma maior probabilidade de encarar todos os problemas de saúde que acompanham a obesidade na vida adulta — hipertensão, diabete, acidente vascular cerebral, infarto precoce, alguns tipos de câncer, menor expectativa de vida… Isso sem contar que algumas alterações e complicações podem aparecer na própria infância. É o caso de aumento no colesterol, pressão alta, diabete, problemas ortopédicos, baixa autoestima e até depressão. Pesquisas mostram que a prevenção é a melhor arma contra a obesidade infantil, um trabalho que deve ser iniciado antes mesmo de a mulher ficar grávida. Medidas como engravidar no peso adequado, não ganhar quilos a mais durante a gestação, respeitar o aleitamento materno, evitar o uso de antibióticos na infância, além de zelar por uma alimentação balanceada e pela prática de atividade física, são comprovadamente importantes para evitar o excesso de peso nesse período. No que diz respeito à dieta da criança, um cardápio equilibrado, com destaque para frutas, legumes e verduras, deve ser incentivado em todas as fases da infância. Para a saúde do seu filho, lembre-se, é melhor comer menos do que comer errado. O consumo frequente de refrigerantes e sucos industrializados, por exemplo, está diretamente associado ao ganho exagerado de peso. E mesmo o suco natural de algumas frutas pode ser bastante calórico — por isso as sociedades de pediatria sugerem priorizar a ingestão das frutas in natura. A alimentação dos pais influencia muito no que os filhos comem. Então, alimente-se bem na frente deles. Vale evitar ou moderar o consumo de alimentos industrializados ricos em gorduras e açúcares, assim como diminuir a quantidade de açúcar e óleo servida a toda a família. Estimular a prática de atividade física nesse contexto é outro conselho fundamental. O diagnóstico de sobrepeso e obesidade é feito por meio do cálculo do índice de massa corpórea, o IMC, que se baseia no peso e na altura da criança. O valor ideal do IMC varia com idade e sexo, de modo que existem curvas de normalidade e não um valor fixo. Faça acompanhamento de rotina com o pediatra do seu filho e peça para ele calcular o IMC. Nas crianças que já desenvolveram obesidade, é importante investigar condições frequentes nessas circunstâncias, como aumento de colesterol e triglicérides, resistência à insulina, gordura no fígado, hipertensão arterial e problemas psicológicos. O tratamento da obesidade na infância e na adolescência requer atenção e apoio de pais e cuidadores. Não é tarefa fácil mudar hábitos alimentares, mas se trata de um ponto crucial para o sucesso do tratamento. Tenha em mente que é preciso, sim, tratar criança com obesidade. Não dá para esperar o estirão do crescimento para emagrecer, uma vez que crianças obesas raramente deixam de ser obesas quando ficam mais altas. Quanto mais cedo começar o tratamento, melhor e mais eficaz ele será. O plano terapêutico deve ser realizado com profissional experiente no tratamento da obesidade infantil e baseado em dieta individualizada e prescrição de atividade física. Em alguns casos, pode exigir medicação adequada. O envolvimento familiar, assim como a assiduidade nas consultas com o profissional, garante o sucesso nessa batalha. ___ Texto produzido pela Dra. Louise Cominato para o site SAÚDE. Link original: http://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/por-que-a-obesidade-infantil-e-uma-doenca/ Dra. Louise Cominato é coordenadora do Ambulatório de Obesidade do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo e secretária do Departamento Científico de Endocrinologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo. Publicado em 01/06/2017. photo credit: BenSanji &#124; Pixabay.com Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/por-que-a-obesidade-infantil-e-uma-doenca/">Por que a obesidade infantil é uma doença</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div><p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignright size-medium wp-image-1671" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2017/05/child-2138531_1920-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" />A pediatra Louise Cominato discute as terríveis consequências do excesso de peso na saúde e no futuro da criança.<br />
<em>Por Dra. Louise Cominato</em></p>
<p>A obesidade é uma doença. Isso mesmo, uma doença. Não se trata de uma questão estética ou mera consequência dos maus hábitos. Falamos de um problema multifatorial que deve ser prevenido desde os primeiros meses de gestação.</p>
<p>O preocupante é que a obesidade vem crescendo entre as crianças no mundo inteiro e se expandindo de forma alarmante em todo o Brasil. Estudos recentes mostram que metade das nossas crianças está acima do peso considerado adequado para a idade.</p>
<p>As consequências do excesso de peso na infância vão desde o maior risco de se tornar um adulto obeso, bem como uma maior probabilidade de encarar todos os problemas de saúde que acompanham a obesidade na vida adulta — hipertensão, diabete, acidente vascular cerebral, infarto precoce, alguns tipos de câncer, menor expectativa de vida… Isso sem contar que algumas alterações e complicações podem aparecer na própria infância. É o caso de aumento no colesterol, pressão alta, diabete, problemas ortopédicos, baixa autoestima e até depressão.</p>
<p>Pesquisas mostram que a prevenção é a melhor arma contra a obesidade infantil, um trabalho que deve ser iniciado antes mesmo de a mulher ficar grávida. Medidas como engravidar no peso adequado, não ganhar quilos a mais durante a gestação, respeitar o aleitamento materno, evitar o uso de antibióticos na infância, além de zelar por uma alimentação balanceada e pela prática de atividade física, são comprovadamente importantes para evitar o excesso de peso nesse período.</p>
<p>No que diz respeito à dieta da criança, um cardápio equilibrado, com destaque para frutas, legumes e verduras, deve ser incentivado em todas as fases da infância. Para a saúde do seu filho, lembre-se, é melhor comer menos do que comer errado. O consumo frequente de refrigerantes e sucos industrializados, por exemplo, está diretamente associado ao ganho exagerado de peso. E mesmo o suco natural de algumas frutas pode ser bastante calórico — por isso as sociedades de pediatria sugerem priorizar a ingestão das frutas in natura.</p>
<p>A alimentação dos pais influencia muito no que os filhos comem. Então, alimente-se bem na frente deles. Vale evitar ou moderar o consumo de alimentos industrializados ricos em gorduras e açúcares, assim como diminuir a quantidade de açúcar e óleo servida a toda a família. Estimular a prática de atividade física nesse contexto é outro conselho fundamental.</p>
<p>O diagnóstico de sobrepeso e obesidade é feito por meio do cálculo do índice de massa corpórea, o IMC, que se baseia no peso e na altura da criança. O valor ideal do IMC varia com idade e sexo, de modo que existem curvas de normalidade e não um valor fixo. Faça acompanhamento de rotina com o pediatra do seu filho e peça para ele calcular o IMC.</p>
<p>Nas crianças que já desenvolveram obesidade, é importante investigar condições frequentes nessas circunstâncias, como aumento de colesterol e triglicérides, resistência à insulina, gordura no fígado, hipertensão arterial e problemas psicológicos.</p>
<p>O tratamento da obesidade na infância e na adolescência requer atenção e apoio de pais e cuidadores. Não é tarefa fácil mudar hábitos alimentares, mas se trata de um ponto crucial para o sucesso do tratamento. Tenha em mente que é preciso, sim, tratar criança com obesidade. Não dá para esperar o estirão do crescimento para emagrecer, uma vez que crianças obesas raramente deixam de ser obesas quando ficam mais altas.</p>
<p>Quanto mais cedo começar o tratamento, melhor e mais eficaz ele será. O plano terapêutico deve ser realizado com profissional experiente no tratamento da obesidade infantil e baseado em dieta individualizada e prescrição de atividade física. Em alguns casos, pode exigir medicação adequada. O envolvimento familiar, assim como a assiduidade nas consultas com o profissional, garante o sucesso nessa batalha.</p>
<p>___<br />
<strong>Texto produzido pela Dra. Louise Cominato para o site SAÚDE.</strong><br />
Link original: <a href="http://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/por-que-a-obesidade-infantil-e-uma-doenca/">http://saude.abril.com.br/blog/experts-na-infancia/por-que-a-obesidade-infantil-e-uma-doenca/</a></p>
<p>Dra. Louise Cominato é coordenadora do Ambulatório de Obesidade do Instituto da Criança do Hospital das Clínicas de São Paulo e secretária do Departamento Científico de Endocrinologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo.</p>
<p>Publicado em 01/06/2017.<br />
photo credit: BenSanji | Pixabay.com</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/por-que-a-obesidade-infantil-e-uma-doenca/">Por que a obesidade infantil é uma doença</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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