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	<title>Arquivos Pediatra - SPSP</title>
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	<title>Arquivos Pediatra - SPSP</title>
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	<item>
		<title>Como melhorar o sono das crianças e adolescentes?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/como-melhorar-o-sono-das-criancas-e-adolescentes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Mar 2026 18:24:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Dia-Mundial-do-Sono-150x150.png" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Dia-Mundial-do-Sono-150x150.png 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Dia-Mundial-do-Sono-75x75.png 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2026/03/Imagem-Dia-Mundial-do-Sono-500x500.png 500w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Aproveitamos o Dia Mundial do Sono, que acontece no dia 14 de março, para dar algumas dicas aos pais e cuidadores das crianças e adolescentes. Primeiro, é importante saber que o padrão do</p>
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<p style="text-align: justify;">Aproveitamos o Dia Mundial do Sono, que acontece no dia 14 de março, para dar algumas dicas aos pais e cuidadores das crianças e adolescentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro, é importante saber que o padrão do sono varia de acordo com cada fase da vida e, por isso, é necessário ter conhecimento das suas diferenças e respeitá-las.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo, precisamos reforçar que o sono é uma necessidade do corpo humano e não podemos evitá-la. Quanto melhor cuidarmos dele, mais benefícios entregamos aos nossos filhos, melhor vai ser seu desenvolvimento, seu comportamento durante o dia e melhor será sua saúde como um todo.</p>
<p style="text-align: justify;">A respeito das diferenças, é preciso saber que os bebês têm necessidade de dormir durante o dia, além do período noturno, ou seja, necessitam de cochilos diurnos. A quantidade vai reduzindo conforme o passar dos meses e anos, até em torno dos cinco a seis anos, em que já não é mais esperado que as crianças durmam durante o dia. Caso percebam que seu filho sente sono durante o dia a partir dessa idade, é importante conversar sobre isso com o pediatra de seu filho.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode ser que esteja ocorrendo algum desajuste na rotina, que poderá ser melhorado com algumas orientações. Dentre elas estão:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Garantir uma regularidade de horários de ir dormir e acordar, tanto durante a semana quanto nos finais de semana e férias. Afinal, o nosso cérebro não sabe quando é segunda-feira ou quando é sábado;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Praticar atividades e brincadeiras relaxantes nos momentos que antecedem o deitar na cama, assim como evitar aquelas que sejam mais intensas e enérgicas. Os adolescentes devem evitar consumir bebidas cafeinadas, como café, refrigerante e energético, de seis a oito horas antes do início do sono;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Evitar exposição a telas antes de dormir e isso inclui: celular, televisão, computador, videogame;</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Estabelecer uma rotina noturna com atividades sequenciais que ajudem a criança a relaxar.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas lembrem-se: os horários de regulação de sono dos bebês são diferentes das crianças, que são diferentes dos adolescentes e também dos adultos. O ideal é que a rotina seja adaptada para cada membro da família de acordo com cada faixa etária.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra informação importante é que todas essas dicas só funcionarão se tivermos o ambiente adequado para uma boa noite de sono, o que inclui:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Quarto escuro</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Ambiente silencioso</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Temperatura do quarto fresca</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; Colchão confortável e seguro.</p>
<p style="text-align: justify;">Observem se a noite de sono dos seus filhos será melhor após seguir essas dicas. Caso não percebam melhora, procurem ajuda do pediatra, que poderá indicar um especialista.</p>
<p style="text-align: justify;">Bons sonhos!</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Beatriz Soares de Azevedo Sardano<br />Presidente do Departamento Científico de Medicina do Sono da Criança e do Adolescente da SPSP</strong></p>



<p></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Câncer infantil: diagnóstico precoce promove taxas de cura elevadas</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/cancer-infantil-diagnostico-precoce-promove-taxas-de-cura-elevadas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Feb 2026 10:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Adolescência]]></category>
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<p>O dia 15 de fevereiro é considerado o Dia Internacional do Câncer Infantil. Nessa faixa etária, essa é uma doença rara, grave e potencialmente curável. Os principais sintomas do câncer </p>
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<p style="text-align: justify;">O dia 15 de fevereiro é considerado o Dia Internacional do Câncer Infantil. Nessa faixa etária, essa é uma doença rara, grave e potencialmente curável. Os principais sintomas do câncer na criança são comuns a várias doenças da infância, que são muito mais frequentes. A diferença está na persistência desses sintomas.</p>
<p style="text-align: justify;">E quais são os sinais e sintomas que devem chamar a atenção do médico?</p>
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar, a febre, frequente em doenças infecciosas, e que quando não cessa após tratamentos usuais e se prolonga por mais de três semanas, deve suscitar melhor investigação.</p>
<p style="text-align: justify;">A febre persistente, por exemplo, é um dos sintomas mais comuns na leucemia, principal câncer da criança abaixo de dez anos. Pode vir acompanhada pelo aumento dos gânglios, popularmente conhecidos como “ínguas”, o aparecimento de manchas roxas na pele, e às vezes pequenos sangramentos nasais ou gengivais. Um exame laboratorial de fácil realização e resultado quase imediato, o hemograma, pode ser esclarecedor nesses casos.</p>
<p style="text-align: justify;">A leucemia em pediatria é uma doença de aparecimento rápido; os tratamentos são cada vez mais eficazes, com grande possibilidade de cura. A queixa de dor de cabeça, principalmente quando interrompe brincadeiras ou acorda a criança, acompanhada ou não de vômitos, ocorre com frequência nos tumores cerebrais, os tumores sólidos mais frequentes no paciente pediátrico. A realização de tomografia computadorizada de crânio pode revelar o tumor e outras intercorrências, mas não deve retardar o encaminhamento da criança para um serviço especializado que conte com equipe de neurocirurgia.</p>
<p style="text-align: justify;">Os tumores abdominais na sequência, em geral se apresentam como o aumento da barriga, com ou sem dor, e nem sempre associados com outros sintomas. O ultrassom de abdome, também um exame simples, é o primeiro passo na investigação. A dor e o inchaço em articulações, como joelho, nem sempre relacionados a trauma, podem caracterizar um tumor ósseo. Novamente, um exame de fácil realização como a radiografia do local acometido pode indicar a presença da doença. O aparecimento de qualquer caroço no corpo da criança, principalmente quando cresce sem parar, deve ser sempre investigado.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há como prevenir o câncer na criança; essa doença aparece ao acaso, não tem relação com tipo de alimentação ou outros eventos cotidianos. O importante é que os pais, sempre que perceberem algo errado, seja dor ou tumor, ou outro sintoma que não melhora e que progride e atrapalhe a atividade da criança, devem procurar o pediatra o mais breve possível. Esse médico, quando suspeita de câncer, encaminha o paciente para o oncologista pediátrico, o especialista em tratamento de câncer na criança e no adolescente.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando diagnosticado no início, o paciente pode ser curado em 70% a 80% dos casos. As modalidades terapêuticas podem envolver quimioterapia, cirurgia, radioterapia, utilização de drogas-alvo e imunoterapia, e devem ser realizadas em centros especializados. Nesses centros há uma busca incessante do diagnóstico mais preciso para o tratamento mais adequado.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:<br />Ethel Fernandes Gorender<br />Presidente do Departamento Científico de Oncologia da SPSP</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Sepse em crianças: o que os pais precisam saber para salvar vidas</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/sepse-em-criancas-o-que-os-pais-precisam-saber-para-salvar-vidas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Sep 2025 11:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bebê]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Sepse-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Sepse-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Sepse-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Sepse-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>A sepse é uma condição médica grave que pode afetar pessoas de todas as idades, mas é especialmente perigosa em crianças. Apesar de ser pouco conhecida fora do meio médico</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Sepse-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Sepse-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Sepse-75x75.jpg 75w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2025/09/Imagem-Sepse-500x500.jpg 500w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">A sepse é uma condição médica grave que pode afetar pessoas de todas as idades, mas é especialmente perigosa em crianças. Apesar de ser pouco conhecida fora do meio médico, a sepse é uma das principais causas de morte evitável, desde que seja rapidamente reconhecida pelos familiares e médicos e iniciado o seu tratamento adequado. O reconhecimento rápido dos sinais e sintomas pode literalmente salvar vidas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que é sepse?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sepse é uma resposta exagerada do organismo a uma infecção causada por vírus, bactérias ou fungos. Quando o organismo detecta uma infecção, ele ativa o sistema imunológico para combatê-la. No caso da sepse, essa resposta é tão intensa (desregulação da resposta do hospedeiro à infecção) que começa a causar danos aos próprios órgãos e tecidos do corpo, acrescendo lesões às agressões iniciais por estes micro-organismos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Por que a sepse é tão perigosa?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A sepse evolui rapidamente. Em questão de horas, uma criança que parecia apenas febril pode desenvolver choque séptico, com comprometimento da perfusão de órgãos e tecidos nobres, com risco de falência de órgãos e morte. A taxa de mortalidade varia conforme a gravidade e a rapidez do tratamento, mas pode chegar a <strong>20% ou mais</strong> em casos graves. Além disso, mesmo quando a criança sobrevive, pode haver sequelas – como danos neurológicos, renais ou pulmonares.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Incidência e mortalidade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a sepse é responsável por cerca de <strong>3 milhões de mortes por ano</strong> em todo o mundo. Em crianças, especialmente menores de cinco anos, a sepse é uma das principais causas de morte evitável. No Brasil, estima-se que ocorram mais de <strong>400 mil casos de sepse por ano</strong>, com uma taxa de mortalidade hospitalar que pode ultrapassar <strong>50%</strong> em algumas regiões, especialmente quando o diagnóstico é tardio.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Reconhecimento rápido</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O maior desafio da sepse é que seus sintomas iniciais podem parecer com os de uma gripe ou virose comum. Por isso, é fundamental que pais e cuidadores estejam atentos a sinais de alerta que indicam que algo mais grave pode estar acontecendo. Os principais sinais de alerta podem ser: febre alta persistente, extremidades frias (mãos e pés gelados), respiração rápida ou dificuldade para respirar, como falta de ar, sonolência excessiva ou irritabilidade extrema, com choro inconsolável, pele pálida, azulada ou com manchas, diminuição da quantidade de urina (fraldas secas por horas), vômitos ou diarreia intensos e convulsões. Em menores de seis meses, hipotermia, ou seja, temperaturas muito baixas e “pular refeições” podem ser comumente encontradas. Havendo suspeita clínica, por parte do pediatra ou emergencista, de infecção do sistema nervoso central, será realizada a punção liquórica (coleta do líquido da espinha).</p>
<p><strong>Principais sinais por faixa etária</strong></p>
<p>Recém-nascidos (0 a 28 dias)</p>
<ul>
<li>Dificuldade para mamar</li>
<li>Choro fraco ou ausente</li>
<li>Hipotermia (temperatura corporal baixa)</li>
<li>Letargia (muito sonolento, difícil de acordar)</li>
<li>Respiração irregular ou rápida</li>
<li>Pele acinzentada ou amarelada</li>
</ul>
<p>Lactentes (1 a 12 meses)</p>
<ul>
<li>Febre ou hipotermia</li>
<li>Irritabilidade intensa</li>
<li>Dificuldade para respirar</li>
<li>Diminuição da atividade (não brinca, não reage)</li>
<li>Diminuição da urina</li>
<li>Vômitos persistentes</li>
</ul>
<p>Crianças pequenas (1 a 5 anos)</p>
<ul>
<li>Febre alta</li>
<li>Sonolência ou confusão</li>
<li>Dificuldade para respirar</li>
<li>Dor abdominal intensa</li>
<li>Diarreia com sangue</li>
<li>Falta de apetite</li>
</ul>
<p>Crianças maiores (6 a 12 anos)</p>
<ul>
<li>Queixa de dor intensa (principalmente abdominal ou muscular)</li>
<li>Confusão mental</li>
<li>Respiração acelerada</li>
<li>Palidez ou manchas na pele</li>
<li>Diminuição da urina</li>
<li>Sensação de desmaio</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"> Se a criança apresentar sinais e sintomas de alerta, especialmente febre alta associada a sonolência, dificuldade respiratória ou extremidades frias, é fundamental procurar atendimento médico ou entre em contato com o seu pediatra imediatamente. Algumas crianças com temperatura elevada podem mimetizar uma maior gravidade; portanto, medique com antitérmico e reavalie posteriormente. Não havendo melhora dos sintomas, comunique-se com seu pediatra ou leve seu filho ao pronto-atendimento.</p>
<p style="text-align: justify;">O diagnóstico realizado por médico da sepse é clínico, baseado nos sintomas e sinais vitais da criança. Exames laboratoriais ajudam a confirmar a presença de infecção e avaliar o funcionamento dos órgãos que podem ser acometidos secundariamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento da sepse</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quanto mais cedo for iniciado, maiores as chances de recuperação. O tratamento inclui internação hospitalar, muitas vezes em unidade de terapia intensiva (UTI). A instituição de acesso intravenoso é fundamental para início do uso de antibióticos, que deve ser iniciado dentro da primeira hora do atendimento. Este acesso também é utilizado para hidratação venosa agressiva e, em alguns casos, uso de medicamentos para manter a pressão arterial. O uso de oxigênio constitui etapa fundamental do tratamento. assim como o suporte respiratório e a monitorização contínua da frequência cardíaca, função respiratória, diurese (quantidade de urina) e medidas frequentes da pressão arterial. A criança será monitorada constantemente para avaliar sinais vitais e a função renal, hepática e neurológica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Prevenção</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Embora nem todos os casos de sepse possam ser evitados, algumas medidas ajudam a reduzir o risco:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Manter a vacinação das crianças em dia</li>
<li>Higiene adequada (lavar as mãos, cuidar de feridas)</li>
<li>Tratamento precoce de infecções comuns</li>
<li>Atenção aos sinais de alerta</li>
<li>Importante a monitorização de crianças que sejam portadoras de doenças que sejam acompanhadas de diminuição da resposta imune, uso de imunossupressores (por exemplo, uso prolongado de corticoides) ou portadores de doenças crônicas, como diabetes, anemia falciforme, epilepsias e doenças pulmonares crônicas, entre outras.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conclusão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A sepse é uma emergência médica que pode ter evolução silenciosa, mas devastadora. Com informação clara e acessível, pais e cuidadores podem se tornar aliados poderosos na luta contra essa condição. Procure seu pediatra ou outra ajuda médica se seu filho apresentar os sinais e sintomas descritos acima.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Relator:</strong></p>
<p><strong>Celso de Moraes Terra<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Presidente do Departamento Científico de Terapia Intensiva da SPSP</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Encontro com o Especialista &#8211; Cuidados com as Crianças no verão &#8211; Janeiro Bronze</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/encontro-com-o-especialista-cuidados-com-as-criancas-no-verao-janeiro-bronze/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Dec 2024 14:02:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/especialista_janeirobronze_bannerGG-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/especialista_janeirobronze_bannerGG-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/especialista_janeirobronze_bannerGG-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No dia 30 de janeiro&#160;foi realizado o&#160;Encontro com o Especialista, ao vivo, com transmissão pela plataforma Zoom da SPSP, a respeito do tema&#160;Cuidados com as Crianças no Verão, uma ação em prol da campanha Janeiro Bronze. O evento, dirigido a pediatras, foi organizado pela Diretoria de Cursos e Eventos e Departamento Científico (DC) de Dermatologia da SPSP, com o objetivo de promover conscientização a respeito dos danos solares e sobre a importância do exame dermatológico para nevus e suas relações com o sol. O Encontro foi coordenado e moderado por Selma M. F. Hélène,&#160;presidente do DC de Dermatologia da SPSP, que também realizou a abertura da atividade, e teve como participantes as dermatologistas pediátricas Maria Cecília da Matta Rivitti Machado e Silmara da Costa Pereira Cestari, respectivamente membro e secretária do DC de Dermatologia da SPSP. Os temas apresentados no evento foram:&#160;Dermatoses mais frequentes no verão&#160;e&#160;Nevus na infância e suas implicações oncológicas. Após as palestras, houve as considerações finais e as especialistas&#160;responderam perguntas do público. A gravação deste Encontro com o Especialista estará disponível a partir do dia 10/02 no portal SPSP Educa (www.spspeduca.org.br). Programação 19h30 &#8211; 21h30 &#8211; Mesa redonda:&#160;Cuidados com as crianças no verão &#8211; Janeiro BronzeCoordenação e moderação: Dra. Selma Hélène 19h30 &#8211; 19h35 &#8211; Abertura Dra. Selma Hélène 19h35 &#8211; 20h05 &#8211; Dermatoses mais frequentes no verão Dra. Maria Cecília da Matta Rivitti Machado 20h05 &#8211; 20h35 &#8211; Nevus na infância e suas implicações oncológicasDra. Silmara da Costa Pereira Cestari 20h35- 21h30 &#8211; Considerações finais e perguntas &#8211; Dra. Selma HélènePresidente do DC de Dermatologia da SPSPDermatologista Pediátrica do Hospital Albert Einstein Dra. Maria Cecília da Matta Rivitti MachadoMembro do DC de Dermatologia da SPSPCoordenadora dos Ambulatórios de Dermatologia Pediátrica e Hidradenite Supurativa / Acne / Alopecias do HCFMUSP Dra. Silmara da Costa Pereira CestariSecretária do DC de Dermatologia da SPSPMestre, Doutora e Professora Associada pela UNIFESP- EPM</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/encontro-com-o-especialista-cuidados-com-as-criancas-no-verao-janeiro-bronze/">Encontro com o Especialista &#8211; Cuidados com as Crianças no verão &#8211; Janeiro Bronze</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/especialista_janeirobronze_bannerGG-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/especialista_janeirobronze_bannerGG-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/12/especialista_janeirobronze_bannerGG-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No dia 30 de janeiro&nbsp;foi realizado o&nbsp;<em>Encontro com o Especialista</em>, ao vivo, com transmissão pela plataforma Zoom da SPSP, a respeito do tema&nbsp;<em>Cuidados com as Crianças no Verão</em>, uma ação em prol da campanha Janeiro Bronze. O evento, dirigido a pediatras, foi organizado pela Diretoria de Cursos e Eventos e Departamento Científico (DC) de Dermatologia da SPSP, com o objetivo de promover conscientização a respeito dos danos solares e sobre a importância do exame dermatológico para nevus e suas relações com o sol.</p>



<p>O Encontro foi coordenado e moderado por Selma M. F. Hélène,&nbsp;presidente do DC de Dermatologia da SPSP, que também realizou a abertura da atividade, e teve como participantes as dermatologistas pediátricas Maria Cecília da Matta Rivitti Machado e Silmara da Costa Pereira Cestari, respectivamente membro e secretária do DC de Dermatologia da SPSP.</p>



<p>Os temas apresentados no evento foram:&nbsp;<strong>Dermatoses mais frequentes no verão</strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>Nevus na infância e suas implicações oncológicas</strong>. Após as palestras, houve as considerações finais e as especialistas&nbsp;responderam perguntas do público.</p>



<p>A gravação deste Encontro com o Especialista estará disponível a partir do dia 10/02 no portal SPSP Educa (<a href="http://www.spspeduca.org.br/">www.spspeduca.org.br</a>).</p>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table class="has-fixed-layout"><thead><tr><th><strong>Programação</strong></th></tr></thead><tbody><tr><td><strong>19h30 &#8211; 21h30 &#8211; Mesa redonda:&nbsp;Cuidados com as crianças no verão &#8211; Janeiro Bronze</strong><br><strong>Coordenação e moderação: </strong>Dra. Selma Hélène</td></tr><tr><td><strong>19h30 &#8211; 19h35 &#8211; Abertura</strong> <br>Dra. Selma Hélène</td></tr><tr><td><strong>19h35 &#8211; 20h05 &#8211; Dermatoses mais frequentes no verão</strong> <br>Dra. Maria Cecília da Matta Rivitti Machado</td></tr><tr><td><strong>20h05 &#8211; 20h35 &#8211; Nevus na infância e suas implicações oncológicas<br></strong>Dra. Silmara da Costa Pereira Cestari</td></tr><tr><td><strong>20h35- 21h30 &#8211; Considerações finais e perguntas</strong></td></tr></tbody></table></figure>



<p class="has-white-color has-text-color has-link-color wp-elements-361a646e193ed7811c51d0a05e2735e2">&#8211;</p>



<p><strong>Dra. Selma Hélène</strong><br>Presidente do DC de Dermatologia da SPSP<br>Dermatologista Pediátrica do Hospital Albert Einstein</p>



<p><strong>Dra. Maria Cecília da Matta Rivitti Machado</strong><br>Membro do DC de Dermatologia da SPSP<br>Coordenadora dos Ambulatórios de Dermatologia Pediátrica e Hidradenite Supurativa / Acne / Alopecias do HCFMUSP</p>



<p>Dra. Silmara da Costa Pereira Cestari<br>Secretária do DC de Dermatologia da SPSP<br>Mestre, Doutora e Professora Associada pela UNIFESP- EPM</p>


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		<title>Um “santo” remédio</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/um-santo-remedio/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jul 2024 11:59:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz do Blog]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/imagem-dia-do-pediatra-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/imagem-dia-do-pediatra-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/imagem-dia-do-pediatra-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>No dia 27 de julho é comemorado o Dia do Pediatra, profissional que cuida de crianças e adolescentes, que todas as famílias deveriam ter e conhecer e que tem o privilégio de acompanhar o desenvolvimento/crescimento de seus pacientes. Pais e mães, em geral, conseguem conviver bem com os erros dos seus filhos. Suportam até o limite suas peraltices, malcriações e suas birras. Toleram o comportamento opositor com certa elasticidade. Conseguem passar noites de privação do sono em razão de doenças ou preocupações com os filhos. Conseguem até perdoar o imperdoável, por amor aos filhos. Há, entretanto, um evento que atinge forte o instinto maternal/paternal, capaz de levá-los à “lona” – a dor ou desconforto que um filho está passando. A doença, por exemplo, pode facilmente desestruturar os pais. Ver os “remelentos”, os “pimpolhos”, “os amorecos”, “as coisinhas lindas” sofrer é insuportável. O único remédio eficaz nessa situação tem o nome comercial de PEDIATRA.Informações sobre o “produto”:Nome genérico: Pediatra.Nome comercial: Dr.(a). Fulano(a) de tal.Mecanismo de ação: Remédio de ação abrangente com repercussões sistêmicas e ambientais. Empatia e amorosidade são os princípios ativos fundamentais. Indicação: Indicado para atendimento em todas as situações que seu paciente possa se encontrar: consultas de Puericultura, que nada mais é do que  o acompanhamento periódico visando a promoção e proteção da saúde das crianças e adolescentes, de forma integral, desde seu nascimento até a entrada na vida adulta, ao verificar seu crescimento, desenvolvimento físico e mental, nutricional, imunizações, sono, segurança, atividades físicas &#8230; e em todos os estados suspeitos de doenças ou anormalidades. Utilizado, com frequência, para tratamento de ansiedade em familiares e cuidadores dos pacientes-alvo. Posologia: 1 pediatra por vez. Modo de uso: utilizável em consultas regulares e em circunstâncias emergenciais. Via de aplicação: presencial, por telefone e por teleconferência. Efeitos colaterais: são raros, porém essas reações podem estar na dependência de um mecanismo interativo poderoso – as relações humanas. Durabilidade e conservação: prazo ilimitado para o uso. Conserve o medicamento numa prateleira específica – respeito. É frágil (embora não pareça). Cuidados especiais: para verificar a qualidade do produto, consulte os órgãos competentes de avaliação e certificação: Sociedade de Pediatria de São Paulo, Sociedade Brasileira de Pediatria, Conselho Regional de Medicina (CRM) do estado onde mora e trabalha.   Relator:Fernando MF OliveiraCoordenador do Blog Pediatra Orienta da SPSP</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/imagem-dia-do-pediatra-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/imagem-dia-do-pediatra-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/imagem-dia-do-pediatra-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">No dia 27 de julho é comemorado o Dia do Pediatra, profissional que cuida de crianças e adolescentes, que todas as famílias deveriam ter e conhecer e que tem o privilégio de acompanhar o desenvolvimento/crescimento de seus pacientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Pais e mães, em geral, conseguem conviver bem com os erros dos seus filhos. Suportam até o limite suas peraltices, malcriações e suas birras. Toleram o comportamento opositor com certa elasticidade. Conseguem passar noites de privação do sono em razão de doenças ou preocupações com os filhos. Conseguem até perdoar o imperdoável, por amor aos filhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Há, entretanto, um evento que atinge forte o instinto maternal/paternal, capaz de levá-los à “lona” – a dor ou desconforto que um filho está passando. A doença, por exemplo, pode facilmente desestruturar os pais.</p>
<p style="text-align: justify;">Ver os “remelentos”, os “pimpolhos”, “os amorecos”, “as coisinhas lindas” sofrer é insuportável.</p>
<p style="text-align: justify;">O único remédio eficaz nessa situação tem o nome comercial de PEDIATRA.<br /><strong style="font-size: revert; color: initial;">Informações sobre o “produto”:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Nome genérico:</strong><span style="font-size: revert; color: initial;"> Pediatra.<br /></span><strong style="font-size: revert; color: initial;">Nome comercial</strong><span style="font-size: revert; color: initial;">: Dr.(a). Fulano(a) de tal.<br /></span><strong style="font-size: revert; color: initial;">Mecanismo de ação</strong><span style="font-size: revert; color: initial;">: Remédio de ação abrangente com repercussões sistêmicas e ambientais. Empatia e amorosidade são os princípios ativos fundamentais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Indicação: </strong>Indicado para atendimento em todas as situações que seu paciente possa se encontrar: consultas de Puericultura, que nada mais é do que  o acompanhamento periódico visando a promoção e proteção da saúde das crianças e adolescentes, de forma integral, desde seu nascimento até a entrada na vida adulta, ao verificar seu crescimento, desenvolvimento físico e mental, nutricional, imunizações, sono, segurança, atividades físicas &#8230; e em todos os estados suspeitos de doenças ou anormalidades. Utilizado, com frequência, para tratamento de ansiedade em familiares e cuidadores dos pacientes-alvo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Posologia: </strong>1 pediatra por vez.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Modo de uso: </strong>utilizável em consultas regulares e em circunstâncias emergenciais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Via de aplicação</strong>: presencial, por telefone e por teleconferência.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Efeitos colaterais: </strong>são raros, porém essas reações podem estar na dependência de um mecanismo interativo poderoso – as relações humanas.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Durabilidade e conservação</strong>: prazo ilimitado para o uso. Conserve o medicamento numa prateleira específica – respeito. É frágil (embora não pareça).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Cuidados especiais</strong>: para verificar a qualidade do produto, consulte os órgãos competentes de avaliação e certificação: Sociedade de Pediatria de São Paulo, Sociedade Brasileira de Pediatria, Conselho Regional de Medicina (CRM) do estado onde mora e trabalha.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Fernando MF Oliveira<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Coordenador do Blog Pediatra Orienta da SPSP</strong></p>
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		<title>O que é a Puericultura?</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/o-que-e-a-puericultura/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jul 2024 11:26:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Imagem-puericultura-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Imagem-puericultura-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Imagem-puericultura-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Puericultura é a arte de promover e proteger a saúde das crianças, através de uma atenção integral, compreendendo a criança como um ser em desenvolvimento, com suas particularidades. É uma especialidade médica incluída e integrada à Pediatria, que leva em conta a criança, sua família e o entorno, analisando o conjunto biopsicossociocultural. Este atendimento é sempre realizado pelo pediatra, também chamado de puericultor e destina-se a uma análise de diversos aspectos da saúde da criança ou do adolescente. O atendimento exige mais tempo e o conhecimento global do desenvolvimento nestas faixas etárias. São avaliados itens como condição nutricional, curva de crescimento, estado vacinal, desenvolvimento neuropsicomotor e cuidados domiciliares dispensados à criança. Quando identificados desvios da normalidade, é realizada uma intervenção rápida e eficaz. As consultas de Puericultura são consultas de rotina, sendo esclarecidas dúvidas aos pais ou responsáveis quanto ao crescimento (peso e altura), vacinas, pressão arterial, desempenho escolar, relacionamento social, hábitos alimentares, sono e prevenção de acidentes. Para que a consulta seja realizada com tranquilidade e maior eficácia, orienta-se o agendamento em um período em que a criança não esteja em tratamento de alguma doença. Diferentemente do Atendimento de Puericultura, entende-se por consulta tradicional em Pediatria aquela em que há uma queixa específica do paciente e/ou de sua família, ou seja, é uma consulta que avalia o que foi relatado e tomam-se as condutas inerentes à sua resolução. Normalmente não deve ser enquadrada como consulta de rotina, sendo avaliada em conformidade com a premência do problema apresentado, sendo muitas vezes realizada em pronto atendimento. O pediatra geral, tanto na unidade de saúde pública como no consultório privado, realiza os dois tipos de atendimento, a Puericultura e a consulta tradicional relacionada a uma queixa específica. O que vem a ser Atendimento Ambulatorial em Puericultura? Em 2014, a Sociedade Brasileira de Pediatria postulou e conseguiu incluir, junto à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o Atendimento Ambulatorial em Puericultura no “rol de cobertura obrigatória” para TODAS as Operadoras de Planos de Saúde (OPS). Tal procedimento já constava para atendimento pediátrico na Classificação Hierarquizada de Procedimentos Médicos da Associação Médica Brasileira (CBHPM – AMB), uma tabela de procedimentos que serve de referência para a inclusão de atos médicos no rol de procedimentos da ANS. A última versão da CBHPM é de 2023 e mantém o Atendimento Ambulatorial em Puericultura, assim como no próprio rol de procedimentos (obrigatórios) da ANS. O Atendimento Ambulatorial em Puericultura refere-se a atendimento em consultórios pediátricos por convênios ou OPS que, por sua vez, estão sob a regulação da ANS. Importante destacar que tal atendimento é diferente do atendimento de patologia aguda ou crônica em Pediatria. São dois códigos que especificam tais atendimentos no rol da ANS: Consulta em Pediatria &#8211; código 1.01.01.01-2 Atendimento Ambulatorial em Puericultura &#8211; código 1.01.06.14-6 Ou seja, o rol da ANS permite ao pediatra e aos pais ou responsáveis pela criança identificar os dois códigos para atendimento pediátrico em convênios e é muito importante que possam usufruir desses benefícios, muitas vezes desconhecidos por ambos. A complexidade é diferente para cada tipo de consulta, sendo que a CBHPM considera o Atendimento Ambulatorial em Puericultura como porte 3B, de maiores complexidade e valor do que o porte 2B, que se refere à consulta de Pediatria. Na prática do dia a dia, significa que o atendimento de rotina, na grande maioria das vezes, acontece por meio do Atendimento Ambulatorial em Puericultura, e a consulta, quando a criança apresenta alguma patologia, ocorrerá mediante a consulta em Pediatria, obedecendo a inclusão correta do código para o atendimento do convênio. O Atendimento Ambulatorial em Puericultura deve ter uma periodicidade, que está na Tabela a seguir:   Em alguns momentos poderá haver até dois atendimentos pelo pediatra para um mesmo usuário, pois apresentam códigos distintos para o atendimento. Tal fato contribui muito na assistência pediátrica, por permitir que muitas consultas sejam realizadas pelo pediatra que habitualmente atende a criança, ao invés de ocorrer no pronto atendimento. Por sua vez, o pediatra deve informar a seus pacientes, familiares e responsáveis a respeito do Atendimento Ambulatorial em Puericultura junto à sua operadora de planos de saúde. Desta forma, terão maior liberdade de atendimento com o seu pediatra, permitindo que este possa atender com maior frequência e sempre que houver necessidade. A Sociedade de Pediatria de São Paulo entende que esta situação aqui exposta é um direito inalienável das crianças atendidas em consultório pelo seu pediatra, que também terá seu direito preservado. É nosso desejo que este comunicado alcance os pediatras brasileiros e as crianças, adolescentes e suas famílias assistidos, fazendo valer o propósito da Sociedade Brasileira de Pediatria, quando da implantação deste importante procedimento de Puericultura.   Saiba mais: &#8211; https://www.sbp.com.br/imprensa/detalhe/nid/sbp-conquista-puericultura-na-saude-suplementar/ &#8211; https://www.sbp.com.br/imprensa/detalhe/nid/puericultura-no-rol-da-ans-esclarecimento/ &#8211; https://www.gov.br/ans/pt-br/arquivos/acesso-a-informacao/transparencia-institucional/pareceres-tecnicos-da-ans/2020/parecer_tecnico_no_06_2021_atendimento_ambulatorial_em_puericultura.pdf   Relator:Paulo Tadeu FalangheMembro da Diretoria Executiva da Sociedade de Pediatria de São PauloDiretor de Defesa Profissional da SPSP</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Imagem-puericultura-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Imagem-puericultura-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/Imagem-puericultura-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Puericultura é a arte de promover e proteger a saúde das crianças, através de uma atenção integral, compreendendo a criança como um ser em desenvolvimento, com suas particularidades. É uma especialidade médica incluída e integrada à Pediatria, que leva em conta a criança, sua família e o entorno, analisando o conjunto biopsicossociocultural.</p>
<p style="text-align: justify;">Este atendimento é sempre realizado pelo pediatra, também chamado de puericultor e destina-se a uma análise de diversos aspectos da saúde da criança ou do adolescente. O atendimento exige mais tempo e o conhecimento global do desenvolvimento nestas faixas etárias. São avaliados itens como condição nutricional, curva de crescimento, estado vacinal, desenvolvimento neuropsicomotor e cuidados domiciliares dispensados à criança. Quando identificados desvios da normalidade, é realizada uma intervenção rápida e eficaz.</p>
<p style="text-align: justify;">As consultas de Puericultura são consultas de rotina, sendo esclarecidas dúvidas aos pais ou responsáveis quanto ao crescimento (peso e altura), vacinas, pressão arterial, desempenho escolar, relacionamento social, hábitos alimentares, sono e prevenção de acidentes. Para que a consulta seja realizada com tranquilidade e maior eficácia, orienta-se o agendamento em um período em que a criança não esteja em tratamento de alguma doença.</p>
<p style="text-align: justify;">Diferentemente do Atendimento de Puericultura, entende-se por consulta tradicional em Pediatria aquela em que há uma queixa específica do paciente e/ou de sua família, ou seja, é uma consulta que avalia o que foi relatado e tomam-se as condutas inerentes à sua resolução. Normalmente não deve ser enquadrada como consulta de rotina, sendo avaliada em conformidade com a premência do problema apresentado, sendo muitas vezes realizada em pronto atendimento.</p>
<p style="text-align: justify;">O pediatra geral, tanto na unidade de saúde pública como no consultório privado, realiza os dois tipos de atendimento, a Puericultura e a consulta tradicional relacionada a uma queixa específica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O que vem a ser Atendimento Ambulatorial em Puericultura?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em 2014, a Sociedade Brasileira de Pediatria postulou e conseguiu incluir, junto à Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), o Atendimento Ambulatorial em Puericultura no “rol de cobertura obrigatória” para <strong>TODAS</strong> as Operadoras de Planos de Saúde (OPS). Tal procedimento já constava para atendimento pediátrico na Classificação Hierarquizada de Procedimentos Médicos da Associação Médica Brasileira (CBHPM – AMB), uma tabela de procedimentos que serve de referência para a inclusão de atos médicos no rol de procedimentos da ANS. A última versão da CBHPM é de 2023 e mantém o Atendimento Ambulatorial em Puericultura, assim como no próprio rol de procedimentos (obrigatórios) da ANS. O Atendimento Ambulatorial em Puericultura refere-se a atendimento em consultórios pediátricos por convênios ou OPS que, por sua vez, estão sob a regulação da ANS. Importante destacar que tal atendimento é diferente do atendimento de patologia aguda ou crônica em Pediatria.</p>
<p style="text-align: justify;">São dois códigos que especificam tais atendimentos no rol da ANS:</p>
<p style="text-align: justify;">Consulta em Pediatria &#8211; código 1.01.01.01-2</p>
<p style="text-align: justify;">Atendimento Ambulatorial em Puericultura &#8211; código 1.01.06.14-6</p>
<p style="text-align: justify;">Ou seja, o rol da ANS permite ao pediatra e aos pais ou responsáveis pela criança identificar os dois códigos para atendimento pediátrico em convênios e é muito importante que possam usufruir desses benefícios, muitas vezes desconhecidos por ambos.</p>
<p style="text-align: justify;">A complexidade é diferente para cada tipo de consulta, sendo que a CBHPM considera o Atendimento Ambulatorial em Puericultura como porte 3B, de maiores complexidade e valor do que o porte 2B, que se refere à consulta de Pediatria.</p>
<p style="text-align: justify;">Na prática do dia a dia, significa que o atendimento de rotina, na grande maioria das vezes, acontece por meio do Atendimento Ambulatorial em Puericultura, e a consulta, quando a criança apresenta alguma patologia, ocorrerá mediante a consulta em Pediatria, obedecendo a inclusão correta do código para o atendimento do convênio.</p>
<p style="text-align: justify;">O Atendimento Ambulatorial em Puericultura deve ter uma periodicidade, que está na Tabela a seguir:</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" class="aligncenter" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/07/puericulturaSPRS.png" /></p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Em alguns momentos poderá haver até dois atendimentos pelo pediatra para um mesmo usuário, pois apresentam códigos distintos para o atendimento. Tal fato contribui muito na assistência pediátrica, por permitir que muitas consultas sejam realizadas pelo pediatra que habitualmente atende a criança, ao invés de ocorrer no pronto atendimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Por sua vez, o pediatra deve informar a seus pacientes, familiares e responsáveis a respeito do Atendimento Ambulatorial em Puericultura junto à sua operadora de planos de saúde. Desta forma, terão maior liberdade de atendimento com o seu pediatra, permitindo que este possa atender com maior frequência e sempre que houver necessidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A Sociedade de Pediatria de São Paulo entende que esta situação aqui exposta é um direito inalienável das crianças atendidas em consultório pelo seu pediatra, que também terá seu direito preservado.</p>
<p style="text-align: justify;">É nosso desejo que este comunicado alcance os pediatras brasileiros e as crianças, adolescentes e suas famílias assistidos, fazendo valer o propósito da Sociedade Brasileira de Pediatria, quando da implantação deste importante procedimento de Puericultura.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;">Saiba mais:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; https://www.sbp.com.br/imprensa/detalhe/nid/sbp-conquista-puericultura-na-saude-suplementar/</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; <a href="https://www.sbp.com.br/imprensa/detalhe/nid/puericultura-no-rol-da-ans-esclarecimento/">https://www.sbp.com.br/imprensa/detalhe/nid/puericultura-no-rol-da-ans-esclarecimento/</a></p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; https://www.gov.br/ans/pt-br/arquivos/acesso-a-informacao/transparencia-institucional/pareceres-tecnicos-da-ans/2020/parecer_tecnico_no_06_2021_atendimento_ambulatorial_em_puericultura.pdf</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relator:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Paulo Tadeu Falanghe<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Membro da Diretoria Executiva da Sociedade de Pediatria de São Paulo<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Diretor de Defesa Profissional da SPSP</strong></p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/o-que-e-a-puericultura/">O que é a Puericultura?</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>O tratamento da asma na era da medicina de precisão</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/o-tratamento-da-asma-na-era-da-medicina-de-precisao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jun 2024 13:19:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Momento Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Controle da Asma]]></category>
		<category><![CDATA[Desfechos Desfavoráveis]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/06/Imagem-asma-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/06/Imagem-asma-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/06/Imagem-asma-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>O Dia Nacional do Controle da Asma é celebrado anualmente no dia 21 de junho. O controle da asma na infância e adolescência deve focar inúmeros aspectos. A Ciência caminha para</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/06/Imagem-asma-150x150.jpeg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/06/Imagem-asma-150x150.jpeg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/06/Imagem-asma-75x75.jpeg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">O Dia Nacional do Controle da Asma é celebrado anualmente no dia 21 de junho. O controle da asma na infância e adolescência deve focar inúmeros aspectos. A Ciência caminha para a era da Medicina personalizada, é fato, mas ainda temos que dedicar momentos preciosos da consulta do paciente com asma em educação em asma. No caso da pediatria, assim que o paciente tiver condições, ele deverá participar ativamente nesse processo junto com seus responsáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">Para um bom controle da asma, a GINA 2024 (<a href="https://ginasthma.org/2024-report/"><em>Global Initiative for Asthma</em></a>) reforça tópicos importantes, que farão com que o pediatra converse com vocês sobre vários aspectos, como:</p>
<p style="text-align: justify;">Avaliar o controle dos sintomas da asma a longo prazo, que inclui:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Ter muito pouco ou nada de sintomas da asma</li>
<li>Não ter sintomas da asma que interfiram no sono</li>
<li>Conseguir executar suas atividades físicas sem nenhuma limitação pela asma</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Focar em minimizar os riscos da asma a longo prazo, que inclui:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Ficar sem exacerbações (sem crises)</li>
<li>Manter a função pulmonar do paciente no seu melhor possível (geralmente é feito nos paciente acima de 6 anos)</li>
<li>Não precisar de corticosteroides sistêmicos de manutenção para controle da asma</li>
<li>Ficar sem efeitos colaterais dos medicamentos de uso contínuo</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Outros tópicos importantes que o pediatra irá abordar durante a consulta:</p>
<p style="text-align: justify;">Conversar, questionar e alinhar com o paciente e seus responsáveis sobre suas expectativas a respeito do tratamento da asma.</p>
<p style="text-align: justify;">Reforçar que manter somente o controle da asma não é suficiente! Ele irá questionar e investigar sobre os fatores de risco para desfechos desfavoráveis; assim poderá identificar se o paciente em questão é de maior risco ou não.</p>
<p style="text-align: justify;">Como o controle de sintomas pode ser discordante do risco de desfechos desfavoráveis, o pediatra poderá orientar que se trata de um caso potencialmente mais grave, o que pode reforçar a necessidade de manutenção do tratamento mesmo diante de um cenário em que a família e o paciente acreditem que este está muito bem controlado e não corre mais riscos.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa parceria entre pediatra, paciente e seus responsáveis é muito importante, pois a asma não é uma doença estática e todos esses ajustes precisam ser feitos ao longo do tempo e das consultas de seguimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Não deixe de fazer o acompanhamento correto, com consultas programadas para um correto seguimento do paciente com asma.</p>
<p style="text-align: justify;"> </p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Relatora:</strong><strong><br /></strong><strong>Marina Buarque de Almeida</strong><strong><br /></strong><strong>Presidente do Departamento Científico de Pneumologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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		<title>Prevenção da obesidade infantil</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/prevencao-da-obesidade-infantil/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Mar 2024 12:17:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Momento Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/Imagem-dia-mundial-obesidade-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/Imagem-dia-mundial-obesidade-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/Imagem-dia-mundial-obesidade-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>A Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu 4 de março como o Dia Mundial da Obesidade, com o objetivo de disseminar conhecimentos sobre a doença. Nas últimas décadas, a obesid</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/Imagem-dia-mundial-obesidade-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/Imagem-dia-mundial-obesidade-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/03/Imagem-dia-mundial-obesidade-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">A Organização Mundial da Saúde (OMS) instituiu 4 de março como o Dia Mundial da Obesidade, com o objetivo de disseminar conhecimentos sobre a doença. Nas últimas décadas, a obesidade tem sido motivo de grandes discussões em todas as áreas do conhecimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Independentemente de se considerar o desenvolvimento de uma região ou país, a prevalência da obesidade vem aumentando de forma alarmante no mundo todo. Essa tendência reflete a maior disponibilidade de energia nos alimentos, ao lado da inatividade física crescente do homem moderno. Para mudar o rumo dessa epidemia é necessário que as estratégias de prevenção sejam aplicadas, reavaliadas e renovadas de forma constante. Projetos que incluam mudanças na qualidade do preparo e ingestão dos alimentos, estímulo à atividade física, e modificações comportamentais devem obrigatoriamente contar com a participação de toda a família, principalmente quando o indivíduo-alvo for uma criança ou um adolescente.</p>
<p style="text-align: justify;">A criança obesa tem grande probabilidade de se tornar um adolescente e, posteriormente, um adulto obeso. A atitude intempestiva de redução drástica da ingestão de energia pode comprometer o seu crescimento e desenvolvimento. Dessa forma, a atenção multidisciplinar faz-se necessária para que a intervenção possa ocorrer sem riscos desnecessários, principalmente nos indivíduos onde o fator genético está presente, favorecendo a maior suscetibilidade à obesidade.</p>
<p style="text-align: justify;">A prevenção tem custo social imenso e implica o gasto progressivo com a saúde, à medida que a obesidade regrida com o progredir da idade, pois as comorbidades que acompanham sua evolução tornam-se irreversíveis e muitas vezes fatais.</p>
<p><strong>Prevenção</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O pediatra é&nbsp; profissional de saúde responsável pela orientação para se atingir o melhor crescimento e desenvolvimento, desde o nascimento até atingir a idade adulta. Deve vigiar o crescimento, fazer o diagnóstico nutricional e implementar medidas preventivas&nbsp; e terapêuticas quando necessárias. Ainda mais, o pediatra deve coordenar o atendimento efetuado pelos outros profissionais da equipe multidisciplinar envolvidos no tratamento. Junto à família, deve trabalhar na conscientização do diagnóstico e complicações da obesidade, orientando tanto na prevenção como na estratégia do tratamento.</p>
<p>Embora o fator genético, combinado com a programação intrauterina, possa influenciar, de maneira independente da atuação do médico na evolução do indivíduo para o excesso de peso, os aspectos ambientais, os hábitos alimentares, o estilo de vida e a prática de atividade física precisam ser considerados pela família e pela criança ou adolescente, como os grandes fatores a serem analisados em conjunto, para poder modificá-los. Esse envolvimento familiar, ao lado da escola e comunidade, deve fazer parte dos pilares de qualquer programa preventivo da obesidade infantil.</p>
<p>Sugestões práticas são inúmeras, e podem ser propostas conforme a idade da criança e características do meio em que vive, seja a casa, a escola ou a comunidade.</p>
<p style="text-align: justify;">O pediatra pode ainda ter outro tipo de atuação, por exemplo, quando for chamado a participar de decisões relativas ao uso de recursos públicos destinados a programas de prevenção de doenças, educação da saúde e racionalização do uso de novas tecnologias. Nessas situações, o seu papel será o de assumir a orientação científica que possa contribuir para o sucesso das ações conjuntas propostas pela mídia, indústria e órgãos governamentais.</p>
<p style="text-align: justify;">No quadro abaixo estão sugestões que poderão ser avaliadas e discutidas nas diversas áreas envolvidas com a prevenção da obesidade infantil. Cada um dos módulos é acompanhado por muitas controvérsias, até aspectos que muitas vezes são aparentemente intocáveis, como é o caso do fator de proteção que o aleitamento materno representaria contra a obesidade infantil. Existem estudos que mostram que a amamentação indisciplinada do leite materno por mães extremamente ansiosas pode ser um fator de desequilíbrio entre oferta e necessidade nutricional, levando à obesidade da criança.</p>



<p class="has-white-color has-text-color">&#8211;</p>



<figure class="wp-block-table is-style-stripes"><table><tbody><tr><td>&#8211; GRAVIDEZ &#8211;</td></tr><tr><td>Iniciar a gravidez com IMC normal</td></tr><tr><td>Não fumar</td></tr><tr><td>Fazer atividade física moderada e tolerável</td></tr><tr><td>Ficar atenta ao diabetes gestacional</td></tr><tr><td>&#8211; PÓS-PARTO E INFÂNCIA</td></tr><tr><td>Aleitamento materno exclusivo no mínimo por 3 meses e idealmente por 6 meses</td></tr><tr><td>Retardar a introdução de alimentos sólidos e líquidos doces</td></tr><tr><td>FAMÍLIAS</td></tr><tr><td>Não insistir, não agradar e não forçar a comer. A consequência será sempre a substituição inadequada.</td></tr><tr><td>Dar sempre preferência às grandes refeições, e não aos lanches</td></tr><tr><td>Fazer refeições em horários e locais fixos</td></tr><tr><td>Não “pular refeições”, especialmente o café da manhã</td></tr><tr><td>Oferecer frutas, fibras e evitar sucos na mamadeira</td></tr><tr><td>Evitar a TV ou celular durante as refeições</td></tr><tr><td>Usar pratos pequenos e travessas pequenas</td></tr><tr><td>Evitar molhos, alimentos gordurosos e refrigerantes</td></tr><tr><td>Educar quanto ao uso de TV e celular</td></tr><tr><td>Vocês são os modelos para os seus filhos (pais e familiares)</td></tr><tr><td>ESCOLAS</td></tr><tr><td>Eliminar lanches com balas e salgadinhos</td></tr><tr><td>Evitar máquinas de alimentos</td></tr><tr><td>Ensinar a professores e responsáveis a relação entre nutrição e atividade física</td></tr><tr><td>Ter sempre água à disposição</td></tr><tr><td>Bons hábitos devem ser sempre ensinados em todas as idades</td></tr><tr><td>Aulas de Educação Física – 30 a 45 minutos de exercícios fortes 2 a 3 vezes por semana</td></tr><tr><td>Ir a pé para a escola</td></tr><tr><td>COMUNIDADES</td></tr><tr><td>Vizinhos e amigos devem andar juntos e patrocinar brincadeiras para as crianças</td></tr><tr><td>Evitar elevadores e vias fáceis para locomoção</td></tr><tr><td>Sempre estar informado sobre onde se compram alimentos saudáveis</td></tr><tr><td>BABÁS</td></tr><tr><td>Elas precisam saber o que é e o que acontece com a obesidade</td></tr><tr><td>Participar com ela do ganho de peso adequado da criança</td></tr><tr><td>Apresentar a obesidade, mostrando que é uma doença a ser tratada</td></tr><tr><td>INDÚSTRIA</td></tr><tr><td>Produtos dirigidos a crianças precisam ter rótulos com informações</td></tr><tr><td>Fabricantes de vídeos devem lançar frases que encorajem a atividade física</td></tr><tr><td>Consumir alimentos saudáveis e subsidiar programas que incentivem estilo de vida saudável</td></tr><tr><td>GOVERNO E ÓRGÃOS REGULADORES</td></tr><tr><td>Explicar que obesidade é doença</td></tr><tr><td>Taxar comidas e bebidas não saudáveis</td></tr><tr><td>Incentivar o desenvolvimento de produtos saudáveis, com informações a esse respeito para o consumidor</td></tr><tr><td>Deduzir impostos dos custos de programas saudáveis</td></tr><tr><td>Fornecer incentivos para escolas que promovam programas relacionados com atividade física e nutrição</td></tr><tr><td>Verbas para construção de ciclovias e pistas para corrida e caminhada</td></tr><tr><td>Anúncios de advertência quanto aos tipos de alimentos, tanto para a pré-escola quanto para os mais velhos</td></tr></tbody></table></figure>



<p class="has-white-color has-text-color">&#8211;</p>



<p>Analisando cada um desses módulos, percebe-se que a prevenção da obesidade tem na disciplina e no estilo de vida saudável, quando exercida por uma família disposta a participar, as principais variáveis a serem consideradas.</p>
<p style="text-align: justify;">A escola, os professores e a comunidade, sempre que possível, devem participar dos processos que envolvem medidas positivas em relação ao enfrentamento da epidemia da obesidade infantil.</p>
<p style="text-align: justify;">Embora a tecnologia tenha criado inúmeros entraves para os movimentos das crianças nos últimos anos, tornando as exigências para exercícios cada vez menores, novas brincadeiras e novos métodos precisam ser criados, com mais atividades físicas em escolas e comunidades. Isso implica decisões familiares que obrigatoriamente estarão dirigidas para o estabelecimento de regras mais bem definidas na educação, especialmente nos limites permitidos.</p>



<p><strong>Relator:</strong><br><strong>Ary Lopes Cardoso</strong><br><strong>Departamento Científico de Nutrição da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>21/9, Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência: como construir soluções transformadoras para um desenvolvimento infantil inclusivo</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/21-9-dia-nacional-de-luta-da-pessoa-com-deficiencia-como-construir-solucoes-transformadoras-para-um-desenvolvimento-infantil-inclusivo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Sep 2023 18:39:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/09/Imagem-deficiente-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/09/Imagem-deficiente-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/09/Imagem-deficiente-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Datas comemorativas são ocasiões-chave para discutirmos temas que trazem</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/09/Imagem-deficiente-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/09/Imagem-deficiente-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2023/09/Imagem-deficiente-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">Datas comemorativas são ocasiões-chave para discutirmos temas que trazem preocupação para uma parcela da sociedade. Além de comemorar e reiterar conquistas, falar sobre deficiência nesses momentos é uma oportunidade de construir e aumentar a visibilidade do assunto, para que esforços e recursos, públicos e privados, sejam direcionados aos problemas existentes.</p>
<p style="text-align: justify;">A pandemia do coronavírus 19 ressaltou ainda mais as complexidades de um mundo ainda com extensas disparidades. Vivemos diferentes crises e, em todos os cenários, são as populações mais vulneráveis que frequentemente são deixadas de lado. A construção de uma sociedade mais acessível, pautada pela equidade e empatia em relação à diversidade humana, depende da busca por soluções inclusivas nos mais diversos campos, tendo como início a infância: o potencial inerente ao desenvolvimento infantil é chave para um futuro mais inclusivo.</p>
<p style="text-align: justify;">O centro de qualquer discussão sobre pessoas com deficiência deve incluir a participação ativa de diversos grupos com necessidades específicas, respeitando o princípio fundamental que diz «nada sobre nós, sem nós», lema de conscientização em campanhas de diferentes países e instituições.</p>
<p style="text-align: justify;">Estima-se que há no mundo mais de 20 milhões de pessoas abaixo de 18 anos com algum tipo de deficiência. Uma deficiência é uma condição ou função que traz prejuízos sensoriais ou cognitivos na relação do indivíduo com o ambiente. Os domínios principais que reduzem a interação individual com seu cotidiano podem estar relacionados às dificuldades físicas ou de mobilidade, de visão, de audição, cognitivas ou de aprendizado e psicológicas.</p>
<p style="text-align: justify;">O escopo do trabalho do pediatra tem sua base no indivíduo. É necessário enxergar a deficiência como uma característica e não como algo que impõe limites ou define destino. Desde o momento em que se comunicam os diagnósticos às famílias, passando por toda a trajetória de conversas e orientações aos responsáveis, o pediatra exerce um papel modificador no que concerne ao desenvolvimento da criança e suas potencialidades.</p>
<p>Assim, a proposta pediátrica de cuidado deve ter como marcos:</p>
<ul>
<li>Aumentar o entendimento familiar com respeito à deficiência e às necessidades específicas de seu filho;</li>
<li style="text-align: justify;">Criar uma cultura com foco em habilidades e engajar o desenvolvimento das mesmas;</li>
<li>Divulgar informações corretas e embasadas na ciência, desmistificando falas capacitistas sobre a deficiência;</li>
<li>Ampliar a visão sobre a diversidade, entendendo a deficiência como algo inerente à vida humana;</li>
<li>Enxergar a infância como um mar de possibilidades, onde não há como entender, independente da deficiência, se há limites e onde estão;</li>
<li>Facilitar, durante a infância de todas as crianças, a construção da habilidade de enxergar as diferenças de forma positiva; </li>
<li>Disseminar terminologias corretas e promover a linguagem simples. A linguagem é uma ferramenta poderosa na criação de entendimento, sedimentação de tolerância e oportunidade.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Neste Dia Nacional de Luta da Pessoa com Deficiência, desejamos que ninguém fique para trás e que a Pediatria seja líder no caminho de um futuro inclusivo. </p>
<p> </p>
<p><strong>Relatora:<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Anna Dominguez Bohn<br /></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Pediatra e Vice-Presidente do Núcleo de Estudos sobre a Criança e o Adolescente com Deficiência da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Anjo da guarda existe!!!! Mas podemos ajudá-lo, não?!!!!!</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/anjo-da-guarda-existe-mas-podemos-ajuda-lo-nao/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Nov 2022 17:29:02 +0000</pubDate>
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<p>No início deste mês, uma paciente que atendo, de 10 anos, que corre de kart, sofreu um acidente na segunda corrida da SP Light – um piloto “rodou” na frente dela, houve uma batida, o kart </p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/anjo-da-guarda-existe-mas-podemos-ajuda-lo-nao/">Anjo da guarda existe!!!! Mas podemos ajudá-lo, não?!!!!!</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/11/Imagem-Kart-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/11/Imagem-Kart-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/11/Imagem-Kart-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">No início deste mês, uma paciente que atendo, de 10 anos, que corre de <em>kart</em>, sofreu um acidente na segunda corrida da SP Light – um piloto “rodou” na frente dela, houve uma batida, o <em>kart</em> dela “empinou”, atirando-a ao chão (o <em>kart</em> ainda caiu por cima dela). O “anjo da guarda” estava atento, pois nenhum outro carro passou em cima da menina caída na pista!* Resultado<em>: </em>fratura de clavícula, lesão parcial em uns ligamentos da região do pescoço e algumas escoriações.</p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de estar com o braço imobilizado, em uso de colar cervical e frustrada por não poder participar do campeonato brasileiro, ELA ESTÁ VIVA, sem nenhuma lesão que deixará sequelas e está assim devido ao uso de alguns itens de segurança que deveriam ser obrigatórios em todas as corridas de <em>kart</em>, mesmo nas <em>indoors</em>.</p>
<p style="text-align: justify;">Temos um impasse aqui: se por um lado há um esporte que cada vez mais atrai adeptos de todas as idades, onde grandes nomes do automobilismo iniciaram suas carreiras, por outro temos que considerar que há muita energia cinética envolvida e que, havendo um acidente, esta será absorvida por corpos mais frágeis, ainda em formação. Como pediatra, não consigo tirar da cabeça a imagem da pequena pilota sendo atirada do <em>kart</em>, com o mesmo caindo sobre ela.</p>
<p style="text-align: justify;">Vai totalmente de encontro ao que se entende como segurança automobilística. Sabemos por que o piloto não deve estar preso ao banco (com o cinto de segurança) nesse modelo de <em>kart</em>. Por mais incrível que possa parecer, provoca menos danos ser lançado! Dessa forma, os equipamentos de segurança que o piloto usa são vitais, assim como a qualidade dos mesmos.</p>
<p style="text-align: justify;">Torna-se fundamental pensar e elaborar uma Campanha pela “SEGURANÇA NO <em>KART</em>”, tanto de corridas como <em>indoor</em>, na faixa etária pediátrica.</p>
<p style="text-align: justify;">Deve existir a obrigatoriedade no uso de determinados equipamentos de segurança que sejam certificados e homologados, assim como a instalação de equipamentos de segurança no próprio <em>kart.</em></p>



<p>Saiba mais:</p>



<p>Vídeo do acidente: </p>



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<iframe loading="lazy" title="Por uma fração de segundos a piloto Marcela sofreu esse acidente. #shortvideo #kart" width="980" height="551" src="https://www.youtube.com/embed/pAKx04oLoRU?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p></p>



<p><strong>Relatora:</strong><br><strong>Tania Zamataro</strong><br><strong>Presidente do Departamento de Segurança Infantil da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong><br><strong>Coordenadora do Blog da SPSP</strong></p>
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