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	<title>Arquivos Mil dias - SPSP</title>
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	<title>Arquivos Mil dias - SPSP</title>
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	<item>
		<title>Fevereiro Safira &#8211; Primeiros mil dias: pelo futuro das crianças!</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/campanha-fevereiro-safira-primeiros-mil-dias-pelo-futuro-das-criancas-4/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jan 2024 14:52:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[_Notícias - Home]]></category>
		<category><![CDATA[Apresentação]]></category>
		<category><![CDATA[Campanhas Home Site]]></category>
		<category><![CDATA[campanha]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha SPSP]]></category>
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		<category><![CDATA[Mil dias]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/01/campanha_fevsafira_BANNERGG-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/01/campanha_fevsafira_BANNERGG-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/01/campanha_fevsafira_BANNERGG-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Texto divulgado em 30/01/2024 A campanha Fevereiro Safira &#8211; Primeiros mil dias: pelo futuro das crianças! tem por objetivo conscientizar os médicos e a população geral sobre a importância dos cuidados com o bebê nessa fase. O termo ‘mil dias’ faz referência às 40 semanas de gestação (270 dias) somadas aos dois primeiros anos de vida (730 dias). A campanha visa, ainda, colaborar com os gestores de saúde pública e sociedade civil na implementação de ações que possam contribuir na qualidade de vida futura das crianças. “A campanha Fevereiro Safira é de extrema importância para a sociedade, uma vez que as intervenções básicas propostas no período dos primeiros mil dias são essenciais para que a criança possa atingir o seu potencial máximo de crescimento e desenvolvimento. Em primeiro lugar, é preciso assegurar às grávidas uma boa saúde no pré-natal e nutrição adequada durante a sua gestação e lactação. O leite materno é importante para garantir a boa nutrição dos bebês, atendendo às necessidades nutricionais dos lactentes. Após o nascimento, é fundamental levar a criança às consultas de rotina com o pediatra para acompanhar o seu crescimento e estimular a amamentação exclusiva até o sexto mês de vida, continuando até os dois anos, juntamente com a alimentação complementar indicada, na busca de se evitar tanto a desnutrição quanto a obesidade, tão prejudiciais ao futuro dos pequenos. Todos estes cuidados impactam na redução da mortalidade e danos ao crescimento e ao neurodesenvolvimento da criança, e diminuem o risco de desenvolvimento de algumas doenças crônicas, como por exemplo diabetes e hipertensão arterial durante a vida adulta. Claudio Barsanti, coordenador das Campanhas da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP) &#8220;A escolha desse período da vida (mil dias) se deve ao crescimento acelerado, tanto físico quanto do sistema nervoso (cerca de 80% do cérebro se desenvolve nesta fase), e aos nutrientes e estímulos adequados que favoreçam a saúde e o desenvolvimento cognitivo e emocional da criança para a fase adulta. Além disso, os cuidados durante o pré-natal são imprescindíveis. A gestante deve ser orientada com atenção, pois o déficit em nutrientes pode ocasionar bebês com baixo peso ao nascer e prematuridade e, em excesso, recém-nascidos com sobrepeso. Nessa abordagem, contemplam-se diversos aspectos: além da nutrição, estímulos familiares e ambientais e preparo da parentalidade, visando o desenvolvimento mental e a prevenção de distúrbios emocionais dos pequenos, até cuidados com a saúde e vacinação da grávida e da criança são medidas essenciais. Ainda, recomendações sobre o estilo de vida da gestante, evitando o fumo e também o álcool, para prevenção da Síndrome Alcoólica Fetal (SAF), são igualmente importantes. Por fim, a orientação dos  diversos profissionais de saúde e o acolhimento familiar e social são primordiais na promoção da saúde materno-infantil que terão repercussões em todo o ciclo de vida. Rubens Feferbaum, presidente do Núcleo de Estudos dos Mil Dias da SPSP e coordenador da Campanha Fevereiro Safira – Primeiros mil dias: pelo futuro das crianças!   Organização: Núcleo de Estudos dos Mil Dias da SPSP</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/campanha-fevereiro-safira-primeiros-mil-dias-pelo-futuro-das-criancas-4/">Fevereiro Safira &#8211; Primeiros mil dias: pelo futuro das crianças!</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/01/campanha_fevsafira_BANNERGG-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/01/campanha_fevsafira_BANNERGG-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2024/01/campanha_fevsafira_BANNERGG-75x75.jpg 75w" sizes="(max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>Texto divulgado em 30/01/2024</p>
<hr />
<p style="text-align: justify;">A campanha <em>Fevereiro Safira &#8211; Primeiros mil dias: pelo futuro das crianças!</em> tem por objetivo conscientizar os médicos e a população geral sobre a importância dos cuidados com o bebê nessa fase. O termo ‘mil dias’ faz referência às 40 semanas de gestação (270 dias) somadas aos dois primeiros anos de vida (730 dias). A campanha visa, ainda, colaborar com os gestores de saúde pública e sociedade civil na implementação de ações que possam contribuir na qualidade de vida futura das crianças.</p>
<p style="text-align: justify;">“A campanha Fevereiro Safira é de extrema importância para a sociedade, uma vez que as intervenções básicas propostas no período dos primeiros mil dias são essenciais para que a criança possa atingir o seu potencial máximo de crescimento e desenvolvimento. Em primeiro lugar, é preciso assegurar às grávidas uma boa saúde no pré-natal e nutrição adequada durante a sua gestação e lactação. O leite materno é importante para garantir a boa nutrição dos bebês, atendendo às necessidades nutricionais dos lactentes. Após o nascimento, é fundamental levar a criança às consultas de rotina com o pediatra para acompanhar o seu crescimento e estimular a amamentação exclusiva até o sexto mês de vida, continuando até os dois anos, juntamente com a alimentação complementar indicada, na busca de se evitar tanto a desnutrição quanto a obesidade, tão prejudiciais ao futuro dos pequenos. Todos estes cuidados impactam na redução da mortalidade e danos ao crescimento e ao neurodesenvolvimento da criança, e diminuem o risco de desenvolvimento de algumas doenças crônicas, como por exemplo diabetes e hipertensão arterial durante a vida adulta.</p>
<p><em>Claudio Barsanti, coordenador das Campanhas da Sociedade de Pediatria de São Paulo (SPSP)</em></p>
<p style="text-align: justify;">&#8220;A escolha desse período da vida (mil dias) se deve ao crescimento acelerado, tanto físico quanto do sistema nervoso (cerca de 80% do cérebro se desenvolve nesta fase), e aos nutrientes e estímulos adequados que favoreçam a saúde e o desenvolvimento cognitivo e emocional da criança para a fase adulta. Além disso, os cuidados durante o pré-natal são imprescindíveis. A gestante deve ser orientada com atenção, pois o déficit em nutrientes pode ocasionar bebês com baixo peso ao nascer e prematuridade e, em excesso, recém-nascidos com sobrepeso. Nessa abordagem, contemplam-se diversos aspectos: além da nutrição, estímulos familiares e ambientais e preparo da parentalidade, visando o desenvolvimento mental e a prevenção de distúrbios emocionais dos pequenos, até cuidados com a saúde e vacinação da grávida e da criança são medidas essenciais. Ainda, recomendações sobre o estilo de vida da gestante, evitando o fumo e também o álcool, para prevenção da Síndrome Alcoólica Fetal (SAF), são igualmente importantes. Por fim, a orientação dos  diversos profissionais de saúde e o acolhimento familiar e social são primordiais na promoção da saúde materno-infantil que terão repercussões em todo o ciclo de vida.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Rubens Feferbaum, presidente do Núcleo de Estudos dos Mil Dias da SPSP e coordenador da Campanha Fevereiro Safira – Primeiros mil dias: pelo futuro das crianças!  </em></p>
<p><strong>Organização: Núcleo de Estudos dos Mil Dias da SPSP</strong></p>
<p><iframe title="Campanha Fevereiro Safira" width="980" height="551" src="https://www.youtube.com/embed/XzjbtlI18k4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen></iframe></p>
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			</item>
		<item>
		<title>1.000 dias de desenvolvimento psicossocial: esperança e vontade</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/1-000-dias-de-desenvolvimento-psicossocial-esperanca-e-vontade/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Fabio Teófilo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jul 2022 12:13:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Voz do Blog]]></category>
		<category><![CDATA[adolescente]]></category>
		<category><![CDATA[Criança]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Desenvolvimento psicossocial]]></category>
		<category><![CDATA[Mil dias]]></category>
		<category><![CDATA[spsp]]></category>
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					<description><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/1000-Dias-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/1000-Dias-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/1000-Dias-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p>As duas primeiras etapas dos oito estágios do desenvolvimento psicossocial proposto por Erik Eriksson, na metade do século passado, abrangem o período de vida da cria</p>
<p>O post <a href="https://www.spsp.org.br/1-000-dias-de-desenvolvimento-psicossocial-esperanca-e-vontade/">1.000 dias de desenvolvimento psicossocial: esperança e vontade</a> apareceu primeiro em <a href="https://www.spsp.org.br">SPSP</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div><img width="150" height="150" src="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/1000-Dias-150x150.jpg" class="attachment-thumbnail size-thumbnail wp-post-image" alt="" style="margin-bottom: 15px;" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/1000-Dias-150x150.jpg 150w, https://www.spsp.org.br/wp-content/uploads/2022/07/1000-Dias-75x75.jpg 75w" sizes="auto, (max-width: 150px) 100vw, 150px" /></div>
<p style="text-align: justify;">As duas primeiras etapas dos oito estágios do desenvolvimento psicossocial proposto por Erik Eriksson, na metade do século passado, abrangem o período de vida da criança denominado hoje, pelos pediatras, de 1.000 dias. Esse período se inicia no dia da concepção e termina ao final do segundo ano de vida.</p>
<p style="text-align: justify;">O nome <strong>Esperança</strong>, dado ao estágio 1 pelo psicólogo norte-americano, é extremamente bem aplicado e quase que autoexplicativo, uma vez que se refere ao período dos bebês recém-nascidos até 1 ano de idade. Do ponto de vista psicossocial, ele diz que nessa época está em jogo o conflito entre <strong>confiança X desconfiança</strong>. É exatamente nessa fase que a criança desenvolverá sua confiança. É quando começa a acreditar que o mundo fora do ambiente uterino – acolhedor e confortável – não é tão assustador assim. Ela começa a perceber que basta choramingar um pouco que vai ter alguém perto para satisfazer sua fome, dar-lhe de mamar, tirar o incômodo da sua fralda suja e úmida, agasalhá-la quando estiver mais frio ou tirar a roupa em excesso se estiver com calor, abraçá-la e acariciá-la quando estiver com medo e insegura e protegê-la.&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A cada dia essa confiança vai crescendo, à medida que a própria criança amplia o seu espectro de testagens ao interagir com o mundo ao redor &#8211; mundo esse que vai tomando dimensões gigantescas à medida que seu desenvolvimento neuropsicomotor lhe permite sustentar a cabeça, sentar-se, engatinhar e andar. Não só a confiança nas relações interpessoais será sedimentada, mas também a confiança em si mesma – ela aprende a dizer para si própria:&nbsp; eu posso, eu consigo. Nessa fase, assim como em todas as demais, é importante que a criança receba apropriados estímulos psicoemocionais, físicos, sensoriais, intelectuais, para criar sinapses em seu sistema nervoso central que construam caminhos neurais duradouros e eficazes.</p>
<p style="text-align: justify;">Chamar esse período de <strong>Esperança</strong> é quase uma maneira poética de interpretar o significado de uma nova vida para uma família e para o mundo. É reconhecer que ali, naquele ser, está a novidade, uma potência que precisa ser desabrochada sob a supervisão de pais, professores, pela sociedade em geral. Este é um período de alto investimento.</p>
<p style="text-align: justify;">O estágio 2, cunhado com a palavra <strong>Vontade</strong> por Eriksson, caracteriza -se pelo conflito entre <strong>vontade X autonomia</strong>; corresponde ao período de 1 a 3 anos e inicia-se quando a criança começa a andar. Nascemos seres “desejantes”, portanto, cheios de vontades. A grande expressão dessa vontade, nessa fase, é a curiosidade da criança: quer tocar em tudo, pegar o que aparece em seu caminho, experimentar a forma, o gosto (tudo pode ir à boca), a resistência e consistência (pega, chuta, amassa, arremessa), a capacidade de suplantar obstáculos e dificuldades (trepar em cadeira, &nbsp;subir na mesa, enfiar-se embaixo de qualquer móvel, abrir quantas gavetas encontrar, colocar o dedo em qualquer buraquinho, empilhar coisas, tentar colocar objetos em espaços cuja abertura nem sempre tem um diâmetro equivalente). A criança nessa fase investiga o mundo e ao mesmo tempo busca e amplia a sua autonomia e independência. O dilema está posto: quero tudo, mas nem tudo é conveniente, daquele jeito ou naquele instante; quero mais, mas não estou apta para “aguentar” essa carga. Período de supervisão imperiosa, de orientação cuidadosa. Necessário que os estímulos sejam adequados a esta fase para que atinjam o objetivo proposto: ganho de independência.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Cito os demais estágios propostos por Eriksson, com as respectivas alcunhas:<br></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Estágio 3:</strong><span style="font-size: revert; color: initial;"> Propósito – crianças pré-escolares.<br></span><strong style="font-size: revert; color: initial;">Estágio 4:</strong><span style="font-size: revert; color: initial;"> Competência – crianças em idade escolar.<br></span><strong style="font-size: revert; color: initial;">Estágio 5:</strong><span style="font-size: revert; color: initial;"> Fidelidade – adolescentes.<br></span><strong style="font-size: revert; color: initial;">Estágio 6:</strong><span style="font-size: revert; color: initial;"> Amor – jovem adulto.<br></span><strong style="font-size: revert; color: initial;">Estágio 7:</strong><span style="font-size: revert; color: initial;"> Cuidado – adultos de meia idade.<br></span><strong style="font-size: revert; color: initial;">Estágio 8:</strong><span style="font-size: revert; color: initial;"> Sabedoria – velhice.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">A grande lição que o psicólogo norte-americano nos dá é lembrar que na vida experimentamos crises, naturalmente (ou inevitavelmente), desde que nascemos. As crises devem ser entendidas como situações desafiadoras que nos permitem superar-nos e aprender mais sobre nós mesmos, nesses oito ciclos de vida.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Como já nos dizia a vovó: crise é também uma oportunidade.</em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Relator:<br></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Fernando MF Oliveira<br></strong><strong style="font-size: revert; color: initial;">Coordenador do Blog Pediatra Orienta da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
<p><strong>Foto: </strong>isaac-quesada I unsplash.com</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cuidados pré-gestacionais para futuras mamães</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/cuidados-pre-gestacionais-para-futuras-mamaes/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Feb 2020 19:47:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Blog]]></category>
		<category><![CDATA[Crescimento e desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[Gestação]]></category>
		<category><![CDATA[Gravidez]]></category>
		<category><![CDATA[Mil dias]]></category>
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		<category><![CDATA[Prevenção]]></category>
		<category><![CDATA[Síndrome alcoólica fetal]]></category>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>Alguns cuidados pré-concepcionais poderão ajudar muito para uma evolução tranquila e serena da futura gestação e, consequentemente, um nascimento saudável e uma repercussão positiva que o indivíduo levará para sempre. Quase 40% das gestações não são planejadas e cerca de 30% das mulheres iniciam o pré-natal a partir da 13° semana de gestação, quando já ocorreu a maior parte da organogênese, que vai da 3° à 12° semana. Toda prevenção é instrumento útil para o bom desenvolvimento de uma criança e menores complicações para as futuras mães. Os cuidados pré-concepcionais ajudam a identificar os riscos ambientais e sociais da saúde da mulher grávida. Os primeiro cuidados que se deve ter são: realizar uma consulta pré-concepcional pelo menos três meses antes de engravidar e começar o pré-natal o quanto antes. Quais são e como identificar os principais riscos de uma gestação futura? 1. Avaliar as condições pregressas de saúde (antecedentes pessoais) e as gestações anteriores, eventos anafiláticos (alergias graves); tratamentos de doenças crônicas, inclusive do ponto de vista psíquico; medicamentos que precisam ser retirados ou substituídos; presença de alterações nutricionais e de obesidade.2. Detectar riscos gestacionais como diabetes, pré-eclâmpsia, prematuridade e malformações congênitas.3. Verificar a exposição da mulher à substâncias como tabaco, álcool e drogas ilícitas, pois estão associados à ocorrência maior de abortamentos, prematuridade, baixo peso ao nascer e malformações no recém-nascido. Lembrar que a ingestão de qualquer quantidade de álcool na gestação pode levar à Síndrome Alcoólica Fetal (SAF).4. História familiar detalhada pode ajudar a prevenir algumas doenças como: trombofilia, psiquiátricas (depressão, autismo, TDAH, esquizofrenia, bipolaridade), genéticas, entre outras.5. Estresse psicossocial, saúde mental e financeira, violência doméstica, falta de suporte social e utilização de drogas podem atrapalhar um bom desenvolvimento gestacional.6. Exposição ambiental, em casa ou no trabalho, à produtos químicos, como solventes, tintas, entre outros. Avaliação física e laboratorial 1. No exame físico pré-concepcional, além do exame físico completo e dos sinais vitais, avalia-se: tireoide, pele, mamas, pulmões, região pélvica (incluindo realização de colpocitologia oncótica e para doenças sexualmente transmissíveis) e como está a saúde oral.2. Os exames laboratoriais incluem: hemograma, glicemia, sorologias para rubéola, hepatites, aids, sífilis, toxoplasmose, entre outras. Quais são as intervenções para um bom resultado gestacional? 1. Tratamento de todas as doenças e comorbidades que possam atrapalhar a futura gestação: hiperglicemia, hipertensão, asma, doenças da tireoide, epilepsia, doenças cardíacas, lúpus, trombofilias.2. Se detectadas doenças hereditárias: realizar aconselhamento genético.3. Interrupção do uso de substâncias: tabaco, álcool e drogas ilícitas.4. Depressão e uso de drogas psicotrópicas: devem ser tratadas antes e durante a gestação.5. Nutrição e suplementos: a introdução do ácido fólico deve ser realizada três meses antes de a mulher engravidar.6. Exercícios: atividades físicas leves e moderadas não são prejudiciais na gravidez.7. Imunizações: atualizar a carteira de vacinação com as vacinas que não poderão ser tomadas durante a gravidez.8. Precaução contra infecções: mulheres soropositivas para o HIV devem ser orientadas no período pré-concepcional para evitar a transmissão vertical. Finalizando, destacamos que pediatras e obstetras têm investido nos primeiros mil dias de vida da criança, que inclui os períodos da gestação e os dois primeiros anos de vida, pois ações de saúde bem executadas nessa fase permanecem para toda a vida. Agora estamos propondo que passem para 1.090 dias, incluindo os três meses antes da concepção. Isso porque os cuidados antes da gravidez são um instrumento útil para o bom desenvolvimento de uma criança e menores complicações para as futuras mães. Se está pensando em engravidar, faça sua consulta pré-gestacional! ___Relator:Dr. Regis Ricardo AssadGrupo de Estudos dos Mil Dias da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div></div>
<p>Alguns
cuidados pré-concepcionais poderão ajudar muito para uma evolução tranquila e
serena da futura gestação e, consequentemente, um nascimento saudável e uma
repercussão positiva que o indivíduo levará para sempre. </p>



<p>Quase
40% das gestações não são planejadas e cerca de 30% das mulheres iniciam o
pré-natal a partir da 13° semana de gestação, quando já ocorreu a maior parte
da organogênese, que vai da 3° à 12° semana.</p>



<p>Toda prevenção é instrumento útil para o bom desenvolvimento de uma criança e menores complicações para as futuras mães. Os cuidados pré-concepcionais ajudam a identificar os riscos ambientais e sociais da saúde da mulher grávida. Os primeiro cuidados que se deve ter são: realizar uma consulta pré-concepcional pelo menos três meses antes de engravidar e começar o pré-natal o quanto antes.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2020/02/Depositphotos_87239014_puhhha-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-3010"/><figcaption><em>puhhha | depositphotos.com</em></figcaption></figure>



<h4 class="wp-block-heading">Quais são e como identificar os principais riscos de uma gestação futura? </h4>



<p>1. Avaliar as condições pregressas de saúde (antecedentes pessoais) e as gestações anteriores, eventos anafiláticos (alergias graves); tratamentos de doenças crônicas, inclusive do ponto de vista psíquico; medicamentos que precisam ser retirados ou substituídos; presença de alterações nutricionais e de obesidade.<br>2. Detectar riscos gestacionais como diabetes, pré-eclâmpsia, prematuridade e malformações congênitas.<br>3. Verificar a exposição da mulher à substâncias como tabaco, álcool e drogas ilícitas, pois estão associados à ocorrência maior de abortamentos, prematuridade, baixo peso ao nascer e malformações no recém-nascido. Lembrar que a ingestão de qualquer quantidade de álcool na gestação pode levar à <a href="https://www.pediatraorienta.org.br/consumo-de-bebida-alcoolica-na-gravidez-e-a-sindrome-alcoolica-fetal/">Síndrome Alcoólica Fetal</a> (SAF).<br>4. História familiar detalhada pode ajudar a prevenir algumas doenças como: trombofilia, psiquiátricas (depressão, autismo, TDAH, esquizofrenia, bipolaridade), genéticas, entre outras.<br>5. Estresse psicossocial, saúde mental e financeira, violência doméstica, falta de suporte social e utilização de drogas podem atrapalhar um bom desenvolvimento gestacional.<br>6. Exposição ambiental, em casa ou no trabalho, à produtos químicos, como solventes, tintas, entre outros.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Avaliação física e laboratorial </h4>



<p>1. No exame físico pré-concepcional, além do exame físico completo e dos sinais vitais, avalia-se: tireoide, pele, mamas, pulmões, região pélvica (incluindo realização de colpocitologia oncótica e para doenças sexualmente transmissíveis) e como está a saúde oral.<br>2. Os exames laboratoriais incluem: hemograma, glicemia, sorologias para rubéola, hepatites, aids, sífilis, toxoplasmose, entre outras.</p>



<h4 class="wp-block-heading">Quais são as intervenções para um bom resultado gestacional?</h4>



<p>1. Tratamento de todas as doenças e comorbidades que possam atrapalhar a futura gestação: hiperglicemia, hipertensão, asma, doenças da tireoide, epilepsia, doenças cardíacas, lúpus, trombofilias.<br>2. Se detectadas doenças hereditárias: realizar aconselhamento genético.<br>3. Interrupção do uso de substâncias: tabaco, álcool e drogas ilícitas.<br>4. Depressão e uso de drogas psicotrópicas: devem ser tratadas antes e durante a gestação.<br>5. Nutrição e suplementos: a introdução do ácido fólico deve ser realizada três meses antes de a mulher engravidar.<br>6. Exercícios: atividades físicas leves e moderadas não são prejudiciais na gravidez.<br>7. Imunizações: atualizar a carteira de vacinação com as vacinas que não poderão ser tomadas durante a gravidez.<br>8. Precaução contra infecções: mulheres soropositivas para o HIV devem ser orientadas no período pré-concepcional para evitar a transmissão vertical.</p>



<p>Finalizando, destacamos que pediatras e obstetras têm investido nos primeiros mil dias de vida da criança, que inclui os períodos da gestação e os dois primeiros anos de vida, pois ações de saúde bem executadas nessa fase permanecem para toda a vida. Agora estamos propondo que passem para 1.090 dias, incluindo os três meses antes da concepção. Isso porque os cuidados antes da gravidez são um instrumento útil para o bom desenvolvimento de uma criança e menores complicações para as futuras mães. </p>



<p>Se está pensando em engravidar, faça sua consulta pré-gestacional!</p>



<p>___<br><strong>Relator:<br>Dr. Regis Ricardo Assad<br>Grupo de Estudos dos Mil Dias da Sociedade de Pediatria de São Paulo</strong></p>



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		<title>Alimentação da criança e a gordura do bem: o DHA</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/alimentacao-da-crianca-e-a-gordura-do-bem-o-dha/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Jun 2019 18:30:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<div></div>
<p>As gorduras (ou lipídios) fazem parte da alimentação humana como fonte e “depósito” de energia. Calcula-se que 30 a 40% da ingestão calórica diária provém de gorduras. Mas não é somente isso! Gorduras também possuem função estrutural na formação das células do organismo e são importantes componentes no metabolismo – como núcleo de alguns hormônios – e na regulação da atividade inflamatória. O organismo humano necessita receber gordura pela alimentação, pois assim terá acesso aos chamados ácidos graxos, que são considerados essenciais, ou seja, não conseguimos produzi-los, mas sim transformá-los através do metabolismo em compostos estruturais e bioativos. As gorduras do bem favorecem a saúde e desenvolvimento cognitivo da criança para a fase adulta As gorduras são classificadas como saturadas (por exemplo, as do leite e derivados ou da capa de gordura das carnes) e as insaturadas, que são de maior importância para o organismo, pois ajudam a elevar os níveis de HDL no sangue, conhecido como “colesterol bom”. Elas ainda podem ser sub classificadas entre as da classe ômega-6, que provém principalmente dos óleos vegetais como de soja e milho; ômega-9, encontrada no azeite de oliva; e ômega-3, encontrada em menor quantidade nos óleos vegetais, germe de trigo e peixes. A importância do DHA O processo de metabolismo dos ácidos graxos em nosso corpo dá origem ao DHA (ácido docosahexaenoico) , que auxilia na “fluidez” dos impulsos elétricos da rede de neurônios, de vital importância no desenvolvimento cerebral e cognitivo. Ele também é importante na saúde cardiovascular de crianças e adultos. Além disso, durante os “Primeiros Mil Dias” – soma dos nove meses da gestação (270 dias) e os dois primeiros anos de vida (730 dias) – que é um período de crescimento acelerado, tanto fisicamente quanto do sistema nervoso, e no qual cerca de 80% do cérebro se desenvolve – a oferta adequada dos nutrientes, em especial do DHA, associado aos estímulos ambientais adequados, favorece a saúde e desenvolvimento cognitivo da criança para a fase adulta. Durante a gestação, ocorre passagem do DHA através da placenta e, após o nascimento, ele está presente no leite humano, em conjunto com outros tipos de ácidos graxos necessários para o crescimento e desenvolvimento da criança. O leite humano é muito rico em DHA e é constituído por diversos ácidos graxos que proveem energia para o crescimento e para metabolismo da criança. Na introdução da alimentação complementar é de grande importância o preparo das refeições com óleo vegetais e consumo de peixes marinhos ricos em DHA. Por esses motivos indica-se o DHA, verdadeira “gordura do bem”, na alimentação da gestante, lactantes, de crianças e adolescentes e também de adultos, para quem se recomenda pelo menos duas porções semanais de peixes marinhos. No caso de baixa ingestão do DHA e/ou quando não se atinge as recomendações nutricionais diárias, deve-se considerar a suplementação, preferencialmente através da fortificação dos alimentos, visando obter seus efeitos benéficos à saúde e desenvolvimento mental e cognitivo ao longo da vida. ___Relator:Dr. Rubens FeferbaumDepartamento Científico de Nutrição da Sociedade de Pediatria de São Paulo Publicado em 25/06/2019</p>
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<p>As gorduras (ou lipídios) fazem parte da <a href="http://www.pediatraorienta.org.br/importancia-de-uma-alimentacao-saudavel-para-o-desenvolvimento-infantil/">alimentação</a> humana como fonte e “depósito” de energia. Calcula-se que 30 a 40% da ingestão calórica diária provém de gorduras. Mas não é somente isso! Gorduras também possuem função estrutural na formação das células do organismo e são importantes componentes no metabolismo – como núcleo de alguns hormônios – e na regulação da atividade inflamatória.</p>



<p>O organismo humano necessita receber gordura pela alimentação, pois assim terá acesso aos chamados ácidos graxos, que são considerados essenciais, ou seja, não conseguimos produzi-los, mas sim transformá-los através do metabolismo em compostos estruturais e bioativos.</p>



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<p style="font-size:22px"><em>As gorduras do bem favorecem a saúde e desenvolvimento cognitivo da criança para a fase adulta</em></p>



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<p>As gorduras são classificadas como saturadas (por exemplo, as do leite e derivados ou da capa de gordura das carnes) e as insaturadas, que são de maior importância para o organismo, pois ajudam a elevar os níveis de HDL no sangue, conhecido como “colesterol bom”. Elas ainda podem ser sub classificadas entre as da classe ômega-6, que provém principalmente dos óleos vegetais como de soja e milho; ômega-9, encontrada no azeite de oliva; e ômega-3, encontrada em menor quantidade nos óleos vegetais, germe de trigo e peixes.</p>



<h4 class="wp-block-heading"><g class="gr_ gr_11 gr-alert gr_gramm gr_inline_cards gr_run_anim Grammar multiReplace" id="11" data-gr-id="11">A importância</g> do DHA</h4>



<p>O processo de metabolismo dos ácidos graxos em nosso corpo dá origem ao DHA (ácido docosahexaenoico) , que auxilia na “fluidez” dos impulsos elétricos da rede de neurônios, de vital importância no desenvolvimento cerebral e cognitivo. Ele também é importante na saúde cardiovascular de crianças e adultos.</p>



<p>Além disso, durante os “<a href="http://www.pediatraorienta.org.br/mil-dias-a-janela-de-oportunidades-da-saude-da-crianca-e-suas-repercussoes-na-vida-adulta/">Primeiros Mil Dias</a>” – soma dos nove meses da gestação (270 dias) e os dois primeiros anos de vida (730 dias) – que é um período de crescimento acelerado, tanto fisicamente quanto do sistema nervoso, e no qual cerca de 80% do cérebro se desenvolve – a oferta adequada dos nutrientes, em especial do DHA, associado aos estímulos ambientais adequados, favorece a saúde e desenvolvimento cognitivo da criança para a fase adulta.</p>



<p>Durante a gestação, ocorre passagem do DHA através da placenta e, após o nascimento, ele está presente no <a href="http://www.pediatraorienta.org.br/voce-sabe-por-que-o-leite-materno-e-o-ideal-para-o-seu-bebe/">leite humano</a>, em conjunto com outros tipos de ácidos graxos necessários para o crescimento e desenvolvimento da criança. O leite humano é muito rico em DHA e é constituído por diversos ácidos graxos que proveem energia para o crescimento e para metabolismo da criança.</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2019/06/Depositphotos_71209131_didesign-1024x683.jpg" alt="" class="wp-image-2848"/><figcaption>didesign | depositphotos.com</figcaption></figure>



<p>Na introdução da alimentação complementar é de grande importância o preparo das refeições com óleo vegetais e consumo de peixes marinhos ricos em DHA. Por esses motivos indica-se o DHA, verdadeira “gordura do bem”, na alimentação da gestante, lactantes, de crianças e adolescentes e também de adultos, para quem se recomenda pelo menos duas porções semanais de peixes marinhos.</p>



<p>No caso de baixa ingestão do DHA e/ou quando não se atinge as recomendações nutricionais diárias, deve-se considerar a suplementação, preferencialmente através da fortificação dos alimentos, visando obter seus efeitos benéficos à saúde e desenvolvimento mental e cognitivo ao longo da vida.</p>



<p>___<br><strong>Relator:<br>Dr. Rubens Feferbaum</strong><br>Departamento Científico de Nutrição da Sociedade de Pediatria de São Paulo</p>



<p>Publicado em 25/06/2019</p>



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		<title>“Mil dias”: a janela de oportunidades da saúde da criança e suas repercussões na vida adulta</title>
		<link>https://www.spsp.org.br/mil-dias-a-janela-de-oportunidades-da-saude-da-crianca-e-suas-repercussoes-na-vida-adulta/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[pediatria@spsp.org.br]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Sep 2017 18:12:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O período dos “mil dias” corresponde às 40 semanas de gestação (270 dias) somados aos dois primeiros anos de vida (730 dias), fundamentais para que a criança possa atingir o seu potencial máximo de crescimento e desenvolvimento na vida adulta. Os “mil dias” constituem verdadeira &#8220;janela de oportunidades&#8221; que apresentam alto impacto na redução da mortalidade e danos ao crescimento e neuro-desenvolvimento futuro da criança. A boa alimentação da gestante é determinante para evitar as restrições ou excessos do crescimento intrauterino. Estudos recentes sugerem que o crescimento da criança durante os primeiros anos de vida seja fortemente influenciado pelo padrão de crescimento fetal, o que pode determinar uma elevação na probabilidade de ocorrência de desfechos, não só metabólicos, mas também cognitivos desfavoráveis. Os “mil dias” também são um período em que se pode evitar as denominadas doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) durante a fase de vida adulta, como a síndrome metabólica, caracterizada por diabetes, dislipidemia e hipertensão arterial e ainda, alguns tipos de cânceres. Nessa fase, mecanismos epigenéticos, que podem alterar a estrutura do DNA, determinam o aparecimento dessas doenças. Assim, evitar a subnutrição e a obesidade nessa fase da vida é de crucial importância na prevenção das DCNT. As intervenções propostas no período dos mil dias consistem em assegurar à mulher controle de saúde no pré-natal e nutrição adequada durante a gestação e lactação. Além disso, o leite materno é de fundamental importância para assegurar a boa nutrição da criança. A importância do aleitamento materno O leite materno é o alimento que melhor atende às necessidades nutricionais dos lactentes. Está indicado como alimentação exclusiva até seis meses de vida, associado à alimentação complementar a partir de então, e mantido até os dois anos de idade ou mais, como preconizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Estudos científicos demonstram que os lactentes em uso do leite materno recebem quantidade de calorias suficiente para crescer, mas não superior à necessária, ganhando peso de forma mais lenta que lactentes alimentados com fórmula infantil. Estudos experimentais demonstram que o excesso de consumo alimentar em lactentes está associado ao maior risco para obesidade e síndrome metabólica na vida adulta. Para as crianças subnutridas deve-se &#8212; possibilitar a ingestão adequada de vitaminas e minerais através da dieta e, para os mais necessitados, alimentos enriquecidos e suplementos; &#8212; naqueles em risco de subnutrição, assegurar o acesso a alimentos e nutrientes necessários para o crescimento e manutenção da saúde, promover a gestão nutricional das doenças infecciosas e propiciar alimentação terapêutica às crianças severamente subnutridas por déficit de alimentos e/ou doenças associadas. O acompanhamento pelo pediatra durante a primeira infância e a consulta pediátrica durante o pós-natal são da maior importância para assegurar a correta orientação que permita à criança atingir seu melhor crescimento e desenvolvimento e construir uma vida saudável. ___ Relator: Rubens Feferbaum Departamento Científico de Nutrição da SPSP. Publicado em 18/09/2017. Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos. Esta obra foi licenciado sob uma Licença Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil.</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O período dos “mil dias” corresponde às 40 semanas de gestação (270 dias) somados aos dois primeiros anos de vida (730 dias), fundamentais para que a criança possa atingir o seu potencial máximo de crescimento e desenvolvimento na vida adulta.</p>
<p>Os “mil dias” constituem verdadeira &#8220;janela de oportunidades&#8221; que apresentam alto impacto na redução da mortalidade e danos ao crescimento e neuro-desenvolvimento futuro da criança. A boa alimentação da gestante é determinante para evitar as restrições ou excessos do crescimento intrauterino. Estudos recentes sugerem que o crescimento da criança durante os primeiros anos de vida seja fortemente influenciado pelo padrão de crescimento fetal, o que pode determinar uma elevação na probabilidade de ocorrência de desfechos, não só metabólicos, mas também cognitivos desfavoráveis.</p>
<p>Os “mil dias” também são um período em que se pode evitar as denominadas doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) durante a fase de vida adulta, como a síndrome metabólica, caracterizada por diabetes, dislipidemia e hipertensão arterial e ainda, alguns tipos de cânceres. Nessa fase, mecanismos epigenéticos, que podem alterar a estrutura do DNA, determinam o aparecimento dessas doenças. Assim, evitar a subnutrição e a obesidade nessa fase da vida é de crucial importância na prevenção das DCNT.</p>
<p>As intervenções propostas no período dos mil dias consistem em assegurar à mulher controle de saúde no pré-natal e nutrição adequada durante a gestação e lactação. Além disso, o leite materno é de fundamental importância para assegurar a boa nutrição da criança.</p>
<p><div id="attachment_1792" style="width: 710px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" aria-describedby="caption-attachment-1792" class="wp-image-1792" src="http://www.pediatraorienta.org.br/wp-content/uploads/2017/09/newborn_1505758027-1024x688.jpg" alt="" width="700" height="470" /><p id="caption-attachment-1792" class="wp-caption-text">DanielReche | Pixabay</p></div></p>
<h2>A importância do aleitamento materno</h2>
<p>O leite materno é o alimento que melhor atende às necessidades nutricionais dos lactentes. Está indicado como alimentação exclusiva até seis meses de vida, associado à alimentação complementar a partir de então, e mantido até os dois anos de idade ou mais, como preconizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS).</p>
<p>Estudos científicos demonstram que os lactentes em uso do leite materno recebem quantidade de calorias suficiente para crescer, mas não superior à necessária, ganhando peso de forma mais lenta que lactentes alimentados com fórmula infantil. Estudos experimentais demonstram que o excesso de consumo alimentar em lactentes está associado ao maior risco para obesidade e síndrome metabólica na vida adulta.</p>
<p>Para as crianças subnutridas deve-se<br />
&#8212; possibilitar a ingestão adequada de vitaminas e minerais através da dieta e, para os mais necessitados, alimentos enriquecidos e suplementos;<br />
&#8212; naqueles em risco de subnutrição, assegurar o acesso a alimentos e nutrientes necessários para o crescimento e manutenção da saúde, promover a gestão nutricional das doenças infecciosas e propiciar alimentação terapêutica às crianças severamente subnutridas por déficit de alimentos e/ou doenças associadas.</p>
<p>O acompanhamento pelo pediatra durante a primeira infância e a consulta pediátrica durante o pós-natal são da maior importância para assegurar a correta orientação que permita à criança atingir seu melhor crescimento e desenvolvimento e construir uma vida saudável.</p>
<p>___<br />
<strong>Relator:</strong><br />
<strong> Rubens Feferbaum</strong><br />
Departamento Científico de Nutrição da SPSP.</p>
<p>Publicado em 18/09/2017.</p>
<p>Este blog não tem o objetivo de substituir a consulta pediátrica. Somente o médico tem condições de avaliar caso a caso e somente o médico pode orientar o tratamento e a prescrição de medicamentos.</p>
<p><a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license"><img decoding="async" style="border-width: 0;" src="http://i.creativecommons.org/l/by-nc-nd/3.0/br/88x31.png" alt="Licença Creative Commons" /></a><br />
Esta obra foi licenciado sob uma Licença <a href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/deed.pt_BR" rel="license">Creative Commons Atribuição-NãoComercial-SemDerivados 3.0 Brasil</a>.</p>
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